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	<title>Arquivo de infecção urinária - Dr. Lucas Felipe Gomes - Urologista</title>
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	<title>Arquivo de infecção urinária - Dr. Lucas Felipe Gomes - Urologista</title>
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		<title>O que acontece quando você segura o xixi por muito tempo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 22:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas do trato urinário inferior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f6bd; Prender o xixi faz mal? Descubra os riscos de segurar a urina por muito tempo! Quem nunca passou por uma situação em que estava no trânsito, numa reunião demorada ou simplesmente ocupado demais, e decidiu segurar a vontade de fazer xixi por “só mais alguns minutinhos”? Parece algo inofensivo, né? Mas a verdade é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-1340 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-300x169.png" alt="" width="973" height="548" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3-700x394.png 700w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2025/04/sEGURA-3.png 1280w" sizes="(max-width: 973px) 100vw, 973px" /></p>
<h1 class="" data-start="222" data-end="305"><strong>&#x1f6bd; Prender o xixi faz mal? Descubra os riscos de segurar a urina por muito tempo!</strong></h1>
<p class="" data-start="307" data-end="683">Quem nunca passou por uma situação em que estava no trânsito, numa reunião demorada ou simplesmente ocupado demais, e decidiu segurar a vontade de fazer xixi por “só mais alguns minutinhos”? Parece algo inofensivo, né? Mas a verdade é que <strong data-start="546" data-end="620">segurar a urina por tempo demais pode causar sérios problemas de saúde</strong> — e você talvez nem imagine o quanto isso pode ser perigoso &#x1f62c;</p>
<p class="" data-start="685" data-end="879">Neste artigo, vamos te mostrar por que você <strong data-start="729" data-end="769">não deve ignorar a vontade de urinar</strong>, quais os riscos que isso traz para o seu corpo e como criar hábitos mais saudáveis para evitar complicações.</p>
<hr class="" data-start="881" data-end="884" />
<h2 class="" data-start="886" data-end="915"><strong>&#x1f9e0; Como funciona a bexiga?</strong></h2>
<p class="" data-start="917" data-end="1156">Antes de entender os perigos, é importante saber o papel da bexiga no nosso corpo. A <strong data-start="1002" data-end="1040">bexiga é um órgão de armazenamento</strong>. Ela guarda a urina que é produzida pelos rins, até que você encontre um momento e lugar adequados para eliminá-la.</p>
<p class="" data-start="1158" data-end="1346">Em pessoas saudáveis, a bexiga costuma armazenar entre <strong data-start="1213" data-end="1238">400 a 600 ml de urina</strong>. O ideal é urinar de <strong data-start="1260" data-end="1283">6 a 8 vezes por dia</strong>, o que equivale a esvaziá-la a cada <strong data-start="1320" data-end="1335">4 a 6 horas</strong>, em média.</p>
<hr class="" data-start="1348" data-end="1351" />
<h2 class="" data-start="1353" data-end="1416"><strong>&#x23f3; O que acontece quando você segura o xixi por tempo demais?</strong></h2>
<p class="" data-start="1418" data-end="1581">Quando você ignora os sinais da bexiga pedindo para ser esvaziada, várias alterações podem acontecer no corpo. Algumas delas são incômodas, outras muito perigosas!</p>
<hr class="" data-start="1583" data-end="1586" />
<h3 class="" data-start="1588" data-end="1615"><strong>1. &#x1f9a0; Infecção urinária</strong></h3>
<p class="" data-start="1617" data-end="1899">Essa é uma das consequências mais comuns, especialmente em mulheres. Quando a urina fica represada por muito tempo na bexiga, ela se torna um ambiente ideal para a <strong data-start="1781" data-end="1810">proliferação de bactérias</strong>. Quanto mais tempo a urina fica ali, maior o risco de desenvolver uma infecção urinária.</p>
<p class="" data-start="1901" data-end="2010">&#x1f4cc; <strong data-start="1904" data-end="1913">Dica:</strong> sentiu vontade, vá ao banheiro! Isso ajuda a manter o trato urinário limpo e livre de infecções.</p>
<hr class="" data-start="2012" data-end="2015" />
<h3 class="" data-start="2017" data-end="2054"><strong>2. &#x1f616; Desconforto e dor abdominal</strong></h3>
<p class="" data-start="2056" data-end="2370">Uma bexiga cheia demais pode causar um incômodo importante, especialmente na parte inferior do abdômen. À medida que ela se enche, <strong data-start="2187" data-end="2241">envia sinais ao cérebro pedindo para ser esvaziada</strong>. Ignorar esses sinais pode levar a dores fortes, que se estendem até a lombar e provocam até <strong data-start="2335" data-end="2369">alterações na pressão arterial</strong>.</p>
<hr class="" data-start="2372" data-end="2375" />
<h3 class="" data-start="2377" data-end="2419"><strong>3. &#x1f525; Infecção nos rins (pielonefrite)</strong></h3>
<p class="" data-start="2421" data-end="2673">Se a urina continuar represada, a <strong data-start="2455" data-end="2491">pressão dentro da bexiga aumenta</strong>. Essa pressão pode forçar a urina a retornar pelos ureteres em direção aos rins. Quando isso acontece, o risco de uma infecção nos rins — chamada <strong data-start="2638" data-end="2654">pielonefrite</strong> — cresce bastante.</p>
<p class="" data-start="2675" data-end="2857">E o pior: uma pielonefrite pode evoluir para um quadro grave de <strong data-start="2739" data-end="2764">infecção generalizada</strong>, com febre alta, dor intensa e vômitos. É uma emergência médica que exige tratamento rápido!</p>
<hr class="" data-start="2859" data-end="2862" />
<h3 class="" data-start="2864" data-end="2914"><strong>4. &#x1f9c3; Perda da capacidade de esvaziar a bexiga</strong></h3>
<p class="" data-start="2916" data-end="3108">Se você tem o hábito de segurar o xixi com frequência, a bexiga pode <strong data-start="2985" data-end="3035">perder sua capacidade de contrair corretamente</strong>. Com o tempo, ela fica muito distendida (esticada demais) e perde força.</p>
<p class="" data-start="3110" data-end="3301">Isso significa que, mesmo quando você quiser fazer xixi, <strong data-start="3167" data-end="3211">pode não conseguir esvaziá-la totalmente</strong>. É como se fosse um balão que perdeu a elasticidade e não volta mais ao tamanho original.</p>
<hr class="" data-start="3303" data-end="3306" />
<h3 class="" data-start="3308" data-end="3344"><strong>5. &#x1f4a5; Risco de ruptura da bexiga</strong></h3>
<p class="" data-start="3346" data-end="3609">Essa é uma das <strong data-start="3361" data-end="3389">complicações mais graves</strong>. Imagine a seguinte situação: você está com a bexiga cheia, coloca o cinto de segurança e sofre um acidente de carro. O impacto pode pressionar o abdômen contra a bexiga, e se ela estiver muito cheia, pode <strong data-start="3596" data-end="3608">estourar</strong>.</p>
<p class="" data-start="3611" data-end="3807">A ruptura da bexiga libera urina dentro da cavidade abdominal e exige <strong data-start="3681" data-end="3705">cirurgia de urgência</strong>. Isso pode acontecer especialmente em pessoas que viajam por longos períodos e não param para urinar.</p>
<hr class="" data-start="3809" data-end="3812" />
<h2 class="" data-start="3814" data-end="3854"><strong>&#x1f553; Com que frequência devemos urinar?</strong></h2>
<p class="" data-start="3856" data-end="4065">O ideal é fazer xixi <strong data-start="3877" data-end="3899">a cada 3 a 5 horas</strong>. Se você está urinando apenas 2 a 3 vezes por dia, isso pode indicar que você está segurando demais ou até bebendo pouca água — e ambos os cenários são prejudiciais.</p>
<p class="" data-start="4067" data-end="4188">Urinar <strong data-start="4074" data-end="4099">de 6 a 8 vezes ao dia</strong> é sinal de que sua bexiga está funcionando bem e você está se hidratando corretamente &#x1f4a7;</p>
<hr class="" data-start="4190" data-end="4193" />
<h2 class="" data-start="4195" data-end="4236"><strong>&#x26a0;&#xfe0f; E se isso acontecer com frequência?</strong></h2>
<p class="" data-start="4238" data-end="4587">O grande problema é que muitas pessoas fazem isso de forma <strong data-start="4297" data-end="4322">repetida e silenciosa</strong>. Ao longo do tempo, isso pode causar <strong data-start="4360" data-end="4401">danos irreversíveis ao trato urinário</strong> e comprometer o funcionamento dos rins. Em casos extremos, a função renal pode ser tão afetada que será necessário iniciar <strong data-start="4525" data-end="4536">diálise</strong> — um tratamento para substituir a função dos rins.</p>
<hr class="" data-start="4589" data-end="4592" />
<h2 class="" data-start="4594" data-end="4634"><strong>&#x2705; Dicas para cuidar bem da sua bexiga</strong></h2>
<ul data-start="4636" data-end="5041">
<li class="" data-start="4636" data-end="4742">
<p class="" data-start="4638" data-end="4742">&#x1f4a7; <strong data-start="4641" data-end="4669">Hidrate-se regularmente.</strong> Beba água ao longo do dia para manter a urina fluida e evitar infecções.</p>
</li>
<li class="" data-start="4743" data-end="4812">
<p class="" data-start="4745" data-end="4812">&#x1f6bd; <strong data-start="4748" data-end="4780">Respeite os sinais do corpo.</strong> Sentiu vontade? Vá ao banheiro!</p>
</li>
<li class="" data-start="4813" data-end="4896">
<p class="" data-start="4815" data-end="4896">&#x23f0; <strong data-start="4817" data-end="4843">Estabeleça uma rotina.</strong> Se possível, vá ao banheiro em intervalos regulares.</p>
</li>
<li class="" data-start="4897" data-end="5041">
<p class="" data-start="4899" data-end="5041">&#x1fa7a; <strong data-start="4902" data-end="4943">Consulte um médico se tiver sintomas.</strong> Ardência ao urinar, urgência frequente ou dor abdominal são sinais de que algo pode estar errado.</p>
</li>
</ul>
<hr class="" data-start="5043" data-end="5046" />
<h2 class="" data-start="5048" data-end="5066"><strong>&#x1f468;&#x200d;&#x2695;&#xfe0f; Conclusão</strong></h2>
<p class="" data-start="5068" data-end="5299">Segurar o xixi pode parecer um hábito inofensivo, mas é importante saber que ele <strong data-start="5149" data-end="5192">pode prejudicar — e muito — a sua saúde</strong>. As consequências vão desde <strong data-start="5221" data-end="5298">infecções simples até riscos graves como pielonefrite e ruptura da bexiga</strong>.</p>
<p class="" data-start="5301" data-end="5535">Portanto, <strong data-start="5311" data-end="5346">respeite os sinais do seu corpo</strong>, cuide da sua bexiga e mantenha sua saúde urinária em dia! Se você gostou deste conteúdo, compartilhe com amigos e familiares — talvez você ajude alguém a evitar um problemão no futuro! &#x1f609;</p>
<h2 class="" data-start="150" data-end="218"><strong>&#x2753; FAQ – Perguntas Frequentes sobre o hábito de segurar o xixi</strong></h2>
<hr class="" data-start="220" data-end="223" />
<h3 class="" data-start="225" data-end="278">1. <strong data-start="232" data-end="276">Segurar o xixi de vez em quando faz mal?</strong></h3>
<p class="" data-start="279" data-end="578">&#x1f449; Se for algo pontual, como durante um trajeto longo ou uma situação de emergência, não há grandes problemas. O corpo é capaz de lidar com isso ocasionalmente.<br data-start="439" data-end="442" />&#x1f6ab; No entanto, fazer disso um hábito frequente <strong data-start="489" data-end="577">pode causar danos à bexiga, aumentar o risco de infecções urinárias e afetar os rins</strong>.</p>
<hr class="" data-start="580" data-end="583" />
<h3 class="" data-start="585" data-end="649">2. <strong data-start="592" data-end="647">Qual o intervalo ideal para urinar ao longo do dia?</strong></h3>
<p class="" data-start="650" data-end="881">&#x23f0; O ideal é urinar de <strong data-start="672" data-end="695">6 a 8 vezes por dia</strong>, o que equivale a cada <strong data-start="719" data-end="734">3 a 5 horas</strong>.<br data-start="735" data-end="738" />Se você passa longos períodos sem urinar, é sinal de que <strong data-start="795" data-end="851">está se hidratando pouco ou segurando demais a urina</strong> — ambos prejudiciais à saúde.</p>
<hr class="" data-start="883" data-end="886" />
<h3 class="" data-start="888" data-end="973">3. <strong data-start="895" data-end="971">Quais os primeiros sinais de que estou segurando urina por tempo demais?</strong></h3>
<p class="" data-start="974" data-end="1007">&#x26a0;&#xfe0f; Os sinais mais comuns incluem:</p>
<ul data-start="1008" data-end="1276">
<li class="" data-start="1008" data-end="1059">
<p class="" data-start="1010" data-end="1059">Desconforto ou dor na parte inferior do abdômen</p>
</li>
<li class="" data-start="1060" data-end="1098">
<p class="" data-start="1062" data-end="1098">Sensação de pressão ou estufamento</p>
</li>
<li class="" data-start="1099" data-end="1133">
<p class="" data-start="1101" data-end="1133">Ardência ou urgência ao urinar</p>
</li>
<li class="" data-start="1134" data-end="1276">
<p class="" data-start="1136" data-end="1276">Dores lombares ou aumento da pressão arterial<br data-start="1181" data-end="1184" />Esses sintomas indicam que a bexiga está sobrecarregada e deve ser esvaziada o quanto antes.</p>
</li>
</ul>
<hr class="" data-start="1278" data-end="1281" />
<h3 class="" data-start="1283" data-end="1342">4. <strong data-start="1290" data-end="1340">Segurar o xixi pode causar problemas nos rins?</strong></h3>
<p class="" data-start="1343" data-end="1617">&#x2705; Sim. Quando a bexiga está muito cheia, a <strong data-start="1386" data-end="1453">pressão pode forçar a urina a voltar pelos ureteres até os rins</strong>, favorecendo infecções como a pielonefrite.<br data-start="1497" data-end="1500" />&#x2757;&#xfe0f;Em casos graves, isso pode levar à <strong data-start="1537" data-end="1570">infecção generalizada (sepse)</strong> ou ao comprometimento crônico da função renal.</p>
<hr class="" data-start="1619" data-end="1622" />
<h3 class="" data-start="1624" data-end="1690">5. <strong data-start="1631" data-end="1688">Existe risco da bexiga estourar se eu segurar demais?</strong></h3>
<p class="" data-start="1691" data-end="1971">&#x1f631; Sim, embora seja raro, o risco existe. Especialmente em situações de trauma, como acidentes de trânsito com o cinto de segurança pressionando o abdômen.<br data-start="1846" data-end="1849" />Uma <strong data-start="1853" data-end="1897">bexiga extremamente cheia pode se romper</strong>, liberando urina dentro do abdômen — o que é uma emergência médica grave.</p>
<hr class="" data-start="1973" data-end="1976" />
<h3 class="" data-start="1978" data-end="2050">6. <strong data-start="1985" data-end="2048">Como posso evitar os problemas causados por segurar o xixi?</strong></h3>
<p class="" data-start="2051" data-end="2076">&#x1f4a1; Algumas dicas simples:</p>
<ul data-start="2077" data-end="2355">
<li class="" data-start="2077" data-end="2119">
<p class="" data-start="2079" data-end="2119">Beba água regularmente ao longo do dia</p>
</li>
<li class="" data-start="2120" data-end="2163">
<p class="" data-start="2122" data-end="2163">Vá ao banheiro assim que sentir vontade</p>
</li>
<li class="" data-start="2164" data-end="2201">
<p class="" data-start="2166" data-end="2201">Estabeleça uma rotina para urinar</p>
</li>
<li class="" data-start="2202" data-end="2268">
<p class="" data-start="2204" data-end="2268">Evite o consumo excessivo de cafeína, pois ela irrita a bexiga</p>
</li>
<li class="" data-start="2269" data-end="2355">
<p class="" data-start="2271" data-end="2355">Procure um médico se tiver sintomas recorrentes como ardência ou urgência urinária</p>
</li>
</ul>
<p>Comentem e compartilhem!!!</p>
<p>Segue o link do vídeo: <a href="https://youtu.be/DcHsiDc3JgU">https://youtu.be/DcHsiDc3JgU</a></p>
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		<title>Quando não se deve realizar a litotripsia para quebrar PEDRAS NOS RINS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 01:28:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Contraindicações para a Litotripsia Extracorpórea: O que Você Precisa Saber A **litotripsia extracorpórea** é um procedimento terapêutico não invasivo destinado à desintegração de cálculos renais e ureterais por meio de ondas mecânicas de choque. Essas ondas de choque são transmitidas através da água e focadas diretamente no cálculo renal ou ureteral com o auxílio da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1199 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode-300x169.png" alt="" width="980" height="552" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Quem-nao-pode.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></strong></h1>
<h1><strong>Contraindicações para a Litotripsia Extracorpórea: O que Você Precisa Saber</strong></h1>
<p>A **litotripsia extracorpórea** é um procedimento terapêutico não invasivo destinado à desintegração de cálculos renais e ureterais por meio de ondas mecânicas de choque. Essas ondas de choque são transmitidas através da água e focadas diretamente no cálculo renal ou ureteral com o auxílio da fluoroscopia (RX em tempo real) ou ultrassom.</p>
<p>A mudança na densidade do tecido entre o tecido renal mole e a pedra dura causa uma liberação de energia na superfície da pedra, fragmentando-a.</p>
<p>A litotripsia extracorpórea é um procedimento médico não invasivo utilizado para tratar cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins. Este tratamento envolve o uso de ondas de choque para quebrar os cálculos em pedaços pequenos o suficiente para serem eliminados naturalmente pelo corpo. Apesar de ser uma opção eficaz para muitos pacientes, existem condições específicas que podem contraindicar a realização deste procedimento. Neste artigo, exploraremos quais pacientes podem estar inaptos para a litotripsia extracorpórea e os exames necessários antes de sua realização.</p>
<h2><strong>Entendendo a Litotripsia Extracorpórea</strong></h2>
<p>Antes de discutir as contraindicações, é importante entender o que é a litotripsia extracorpórea. Esse método utiliza ondas de choque geradas por uma máquina, que são direcionadas aos cálculos renais para fragmentá-los. É uma alternativa preferencial para alguns tipos de cálculos e pacientes devido ao seu caráter menos invasivo em comparação a outros procedimentos cirúrgicos.</p>
<h2><strong>Exames Preliminares Essenciais</strong></h2>
<h3><strong>Confirmação da Presença de Cálculos</strong></h3>
<p>O primeiro passo antes de considerar a litotripsia extracorpórea é confirmar a presença de cálculos renais. Isso geralmente é feito por meio de radiografias ou outros métodos de imagem, que permitem ao médico visualizar e localizar os cálculos com precisão.</p>
<h3><strong>Avaliação da Coagulação Sanguínea</strong></h3>
<p>Exames de coagulação são fundamentais para assegurar que o paciente não apresente riscos elevados de sangramento durante ou após o procedimento, visto que pequenos traumas renais podem ocorrer, podendo levar à formação de hematomas.</p>
<h3><strong>Urocultura</strong></h3>
<p>Uma urocultura é solicitada para verificar a existência de infecções urinárias ativas. Realizar a litotripsia em presença de uma infecção pode aumentar o risco de complicações graves, como a sepse.</p>
<h3><strong>Exame de Gravidez</strong></h3>
<p>Em mulheres em idade fértil, um teste de gravidez é essencial devido ao uso de radiação para localização dos cálculos. A exposição à radiação e as ondas de choque podem representar riscos ao feto.</p>
<h2><strong>Contraindicações da Litotripsia Extracorpórea (LEOC)</strong></h2>
<h3><strong>Gravidez</strong></h3>
<p>A gravidez é uma contraindicação absoluta. A exposição à radiação e o risco potencial para o feto devido às ondas de choque tornam o procedimento inseguro para gestantes.</p>
<p>Durante a gestação, a LEOC é **contraindicada** devido ao risco de **abortamento** e **descolamento de placenta**. Portanto, pacientes grávidas não devem ser submetidas a esse procedimento .</p>
<h3><strong>Distúrbios de Coagulação</strong></h3>
<p>Pacientes com problemas de coagulação sanguínea, como aqueles com sangue muito &#8220;fino&#8221;, estão em risco aumentado de desenvolver hematomas significativos após o procedimento, o que pode ser perigoso.</p>
<p>Os motivos pelos quais as coagulopatias tornam a LEOC inadequada:</p>
<ol>
<li>**Risco de Hemorragia**: Pacientes com coagulopatias têm maior risco de hemorragia durante o procedimento. A LECO envolve a aplicação de ondas de choque sobre os cálculos renais para fragmentá-los em partes menores, que podem ser eliminadas naturalmente. Se a coagulação sanguínea não estiver funcionando corretamente, pode haver um risco aumentado de sangramento.</li>
<li>**Dificuldade na Cicatrização**: A coagulopatia também pode afetar a cicatrização após o procedimento. A formação adequada de coágulos é essencial para a cicatrizaão dos tecidos danificados pelas ondas de choque.</li>
<li>**Complicações Pós-Procedimento**: Pacientes com coagulopatias podem ter maior probabilidade de desenvolver complicações após a LECO, como hematomas ou sangramento prolongado.</li>
</ol>
<h3><strong>Infecção Urinária Ativa</strong></h3>
<p>A litotripsia não deve ser realizada em pacientes com uma infecção urinária ativa sem tratamento prévio. A manipulação dos rins e ureteres pode disseminar a infecção, levando a complicações sérias. A infecção urinária não tratada é uma contraindicação para LEOC no tratamento de cálculos renais. Vamos explicar por quê:</p>
<ol>
<li>**Infecção não tratada**: A infecção urinária não tratada pode ascender até o rim, causando pielonefrite, uma infecção grave do rim. Isso ocorre quando a infecção na bexiga (cistite bacteriana) se espalha para o rim. A pielonefrite pode ser perigosa, pois há risco de a bactéria entrar na corrente sanguínea e causar sepse . A LEOC pode aumentar o risco de disseminação da infecção e agravar a pielonefrite.</li>
<li>**Efeitos nos tecidos renais**: A LEOC envolve o uso de ondas de choque para quebrar os cálculos renais em fragmentos menores, facilitando sua eliminação pela urina. No entanto, esses fragmentos podem causar lesões nos tecidos renais e aumentar o risco de infecção se houver uma infecção subjacente não tratada.</li>
</ol>
<h3><strong>Hipertensão Descontrolada</strong></h3>
<p>Pacientes com pressão arterial alta não controlada devem tratar essa condição antes do procedimento, pois a litotripsia pode provocar picos de pressão arterial.</p>
<p>A hipertensão descontrolada é uma contraindicação para esse tratamento. Isso ocorre porque a pressão alta pode afetar os vasos sanguíneos e órgãos, tornando-os mais suscetíveis a complicações durante o procedimento. Além disso, pacientes com hipertensão resistente têm maior risco de doenças cardiovasculares, e submetê-los à LEOC poderia aumentar ainda mais esse risco.</p>
<h3><strong>Obstrução Renal</strong></h3>
<p>A presença de obstrução no sistema urinário, especialmente por cálculos que impedem a drenagem renal, requer intervenção para desobstrução antes de considerar a litotripsia.</p>
<p>A obstrução renal impede o fluxo normal da urina, o que pode dificultar a eliminação dos fragmentos de cálculos após a LEOC. A presença de obstrução pode aumentar o risco de complicações e afetar os resultados do tratamento.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Antes de proceder com a litotripsia extracorpórea, é essencial que o médico avalie cuidadosamente cada paciente para identificar qualquer contraindicação. Pacientes devem ser transparentes sobre seu histórico médico e seguir as orientações de preparação para o procedimento. A litotripsia pode ser uma opção terapêutica eficaz e segura quando realizada nos candidatos apropriados, sob a devida supervisão médica segura e adequada.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<p><strong> </strong><strong style="color: var(--wpex-text-2); font-size: var(--wpex-body-font-size, 13px);">O que é litotripsia extracorpórea?</strong></p>
<ol>
<li>A litotripsia extracorpórea é um procedimento médico que utiliza ondas de choque para desintegrar cálculos renais e ureterais, permitindo que sejam eliminados naturalmente pelo corpo. É um tratamento não invasivo que usa a diferença de densidade entre o tecido renal e o cálculo para fragmentar este último.</li>
<li><strong> Todos podem realizar a litotripsia extracorpórea?</strong><br />
Não. Existem condições específicas que contraindicam o procedimento, incluindo gravidez, distúrbios de coagulação, infecção urinária ativa, hipertensão descontrolada e obstrução renal.</li>
<li><strong> Por que a gravidez é uma contraindicação para a litotripsia extracorpórea?</strong><br />
Durante a gestação, a exposição à radiação e o risco potencial para o feto devido às ondas de choque tornam o procedimento inseguro. Há riscos de abortamento e descolamento de placenta, portanto, é contraindicado para gestantes.</li>
<li><strong> Como os distúrbios de coagulação afetam a segurança da litotripsia extracorpórea?</strong><br />
Pacientes com distúrbios de coagulação têm um risco aumentado de hemorragia durante e após o procedimento, dificuldades na cicatrização e possibilidade de complicações pós-procedimento, como hematomas ou sangramento prolongado.</li>
<li><strong> Por que a infecção urinária ativa é uma contraindicação?</strong><br />
Realizar a litotripsia em presença de uma infecção urinária ativa pode disseminar a infecção, levando a complicações graves como pielonefrite ou sepse. A infecção deve ser tratada antes do procedimento.</li>
<li><strong> A hipertensão descontrolada pode afetar o procedimento de litotripsia extracorpórea?</strong><br />
Sim. Pacientes com hipertensão descontrolada devem tratar essa condição antes do procedimento, pois a litotripsia pode provocar picos de pressão arterial, aumentando o risco de complicações cardiovasculares e sangramentos.</li>
<li><strong> Como a obstrução renal influencia o tratamento com litotripsia extracorpórea?</strong><br />
A presença de obstrução renal impede o fluxo normal da urina, dificultando a eliminação dos fragmentos de cálculos após o procedimento e aumentando o risco de complicações. A obstrução deve ser tratada antes de considerar a litotripsia.</li>
</ol>
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		<title>Cálculo renal com infecção urinária: só o antibiótico não vai resolver esse problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 18:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cálculos renais]]></category>
		<category><![CDATA[infecções urinárias]]></category>
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		<category><![CDATA[cálculo renal e infecção urinária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cálculo renal com infecção urinária: só o antibiótico não vai resolver esse problema O dilema da infecção urinária recorrente Pacientes que possuem cálculos renais de grande dimensão frequentemente enfrentam infecções urinárias recorrentes. Mesmo com tratamento antibiótico apropriado, a infecção tende a voltar inúmeras vezes. Neste artigo, vamos explorar por que isso acontece e qual é&#8230;</p>
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<h1><strong>Cálculo renal com infecção urinária: só o antibiótico não vai resolver esse problema</strong></h1>
<h2><strong>O dilema da infecção urinária recorrente</strong></h2>
<p>Pacientes que possuem cálculos renais de grande dimensão frequentemente enfrentam infecções urinárias recorrentes. Mesmo com tratamento antibiótico apropriado, a infecção tende a voltar inúmeras vezes. Neste artigo, vamos explorar por que isso acontece e qual é a solução ideal.</p>
<h2><strong>Cálculos renais e infecções</strong></h2>
<p>Infecções urinárias, em muitos casos, não se limitam apenas à bexiga. Em situações mais severas, a infecção pode se estender aos rins, resultando em um quadro chamado pielonefrite. Essa condição pode evoluir para uma sepse grave, uma infecção generalizada que pode ser fatal. A questão central é: qual é a ligação entre cálculos renais grandes e infecções urinárias constantes?</p>
<h2><strong>A natureza dos cálculos de estruvita</strong></h2>
<p>Dentre os diversos tipos de cálculos renais, os cálculos de estruvita são especialmente relevantes quando falamos de infecções. Estes são formados, em grande parte, pela presença de certas bactérias na urina. Além disso, estes cálculos podem alcançar dimensões significativas, sendo também chamados de cálculos renais infecciosos.</p>
<p>A formação dos cálculos infecciosos de estruvita no rim ocorre tipicamente em pacientes com infecções urinárias recorrentes e/ou com algum grau de perturbação da drenagem urinária. As bactérias que causam essas infecções são capazes de transformar a ureia em amônia, o que aumenta o pH da urina e favorece a precipitação de sais de magnésio, amônio e fosfato, que compõem a estruvita. Esses cálculos podem crescer muito e ocupar quase todo o espaço do rim, formando o chamado cálculo coraliforme, que tem um aspecto ramificado. Os sintomas dos cálculos de estruvita podem variar desde ausência de dor até cólica renal intensa, febre, náuseas, vômitos, hematúria e infecção generalizada. O diagnóstico é feito por exames de imagem, como ultrassom ou tomografia computadorizada, e por análise da urina e da cultura bacteriana. O tratamento envolve o uso de antibióticos específicos para erradicar a infecção e a remoção cirúrgica dos cálculos.</p>
<h2><strong>Por que os antibióticos não são eficientes?</strong></h2>
<p>Apesar dos tratamentos repetidos com antibióticos, a infecção persiste. O motivo? O cálculo renal, repleto de bactérias em sua estrutura, age como um escudo. Quando o antibiótico é administrado, ele somente elimina as bactérias superficiais do cálculo, deixando as bactérias internas intocadas. Este fenômeno ocorre porque o cálculo age como uma barreira, impedindo que o antibiótico alcance e elimine todas as bactérias.</p>
<h2><strong>A solução: intervenção cirúrgica</strong></h2>
<p>A única maneira efetiva de erradicar a infecção urinária em pacientes com cálculos de estruvita é através da cirurgia para remover o cálculo. Enquanto o cálculo permanecer, continuará a ser uma fonte constante de bactérias, tornando impossível tratar completamente a infecção apenas com medicamentos.</p>
<h2><strong>Riscos associados</strong></h2>
<p>Para finalizar, é importante frisar que pacientes portadores de cálculos infecciosos correm um risco elevado de desenvolver sepse grave. A não ser que sejam tratados corretamente, a condição pode ser fatal devido à infecção urinária.</p>
<p>Em resumo, a presença de cálculos renais de estruvita requer uma abordagem mais assertiva e, muitas vezes, cirúrgica para garantir a saúde e segurança do paciente.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<ol>
<li><strong> O que são cálculos de estruvita e como se formam?</strong></li>
</ol>
<p>R: Os cálculos de estruvita são formados tipicamente em pacientes com infecções urinárias recorrentes ou com perturbações da drenagem urinária. Bactérias envolvidas nessas infecções transformam a ureia em amônia, elevando o pH da urina. Isso favorece a precipitação de sais de magnésio, amônio e fosfato, os principais componentes da estruvita.</p>
<ol start="2">
<li><strong> O que é um cálculo coraliforme?</strong></li>
</ol>
<p>R: Cálculo coraliforme é um tipo de cálculo renal que pode crescer consideravelmente, ocupando quase todo o espaço do rim. Ele possui um aspecto ramificado, semelhante a corais, daí o nome &#8220;coraliforme&#8221;.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Quais são os sintomas associados aos cálculos de estruvita?</strong></li>
</ol>
<p>R: Os sintomas podem variar amplamente. Alguns pacientes podem não sentir dor, enquanto outros podem experimentar intensa cólica renal. Outros sintomas incluem febre, náuseas, vômitos, presença de sangue na urina (hematúria) e até infecção generalizada.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Como é feito o diagnóstico dos cálculos de estruvita?</strong></li>
</ol>
<p>R: O diagnóstico é realizado através de exames de imagem, como ultrassom ou tomografia computadorizada. Análises de urina e cultura bacteriana também são essenciais para confirmar a presença das bactérias causadoras e do próprio cálculo de estruvita.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Qual é o tratamento para cálculos de estruvita?</strong></li>
</ol>
<p>R: O tratamento envolve o uso de antibióticos específicos para eliminar a infecção bacteriana responsável. Além disso, a remoção cirúrgica dos cálculos é geralmente necessária, dado o tamanho e natureza destes cálculos.</p>
<p>Comentem e compartilhem!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não consigo fazer xixi direito: qual é o meu problema doutor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 03:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ardência ao urinar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não consigo fazer xixi direito: qual é o meu problema doutor? Ao longo da vida, muitas pessoas enfrentam a incômoda sensação de não estarem urinando direito. Essa queixa, comum nos consultórios de urologia, pode ser provocada por diversas condições médicas, e neste artigo, esclareceremos os principais pontos relacionados a essa situação. O que são sintomas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1127 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema-300x169.png" alt="" width="983" height="554" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Nao-consigo-fazer-xixi-qual-e-o-problema.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 983px) 100vw, 983px" /></strong></h1>
<h1><strong>Não consigo fazer xixi direito: qual é o meu problema doutor?</strong></h1>
<p>Ao longo da vida, muitas pessoas enfrentam a incômoda sensação de não estarem urinando direito. Essa queixa, comum nos consultórios de urologia, pode ser provocada por diversas condições médicas, e neste artigo, esclareceremos os principais pontos relacionados a essa situação.</p>
<h2><strong>O que são sintomas do trato urinário inferior?</strong></h2>
<p>Os sintomas do trato urinário inferior (TUI) abrangem uma série de desconfortos relacionados ao ato de urinar. Eles englobam queixas como jato urinário fraco, necessidade de urinar várias vezes durante a noite, sensação de peso na bexiga e até mesmo dor na região inferior da barriga. Esses sintomas estão ligados a partes específicas do nosso sistema urinário, como a bexiga, a próstata (nos homens) e a uretra (presente em homens e mulheres).</p>
<h2><strong>As condições médicas mais comuns associadas</strong></h2>
<h3><strong>Hiperplasia prostática</strong></h3>
<p>Nos homens, uma das causas mais frequentemente associadas a essas queixas é a hiperplasia prostática. Com o avanço da idade, a próstata pode crescer e obstruir a saída da urina, provocando sintomas como jato fraco e idas frequentes ao banheiro durante a noite.</p>
<h3><strong>Estreitamento da uretra (estenose de uretra)</strong></h3>
<p>O estreitamento do canal por onde a urina é eliminada, a uretra, pode ser outra causa. Esse problema, que pode surgir tanto em homens quanto em mulheres, leva a sintomas semelhantes aos da hiperplasia prostática, como jato urinário fraco e sensação de bexiga cheia.</p>
<h3><strong>Presença de corpos estranhos</strong></h3>
<p>Seja por uma pedra na bexiga (cálculo vesical), seja por fragmentos de fios de cirurgias anteriores ou até mesmo corpos estranhos na bexiga introduzidos pelo paciente até a bexiga, todas essas condições podem gerar desconfortos ao urinar.</p>
<h3><strong>Infecções urinárias</strong></h3>
<p>Particularmente comuns em mulheres, as infecções urinárias levam a ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e dor na região da uretra.</p>
<h3><strong>Outras condições</strong></h3>
<p>Além das mencionadas, há diversas outras causas possíveis, como a hiperatividade vesical, cálculos renais, tumores no trato urinário e sequelas de traumas na coluna, que levam à chamada bexiga neurogênica.</p>
<p>Os tumores na próstata, ureter e bexiga são neoplasias que podem afetar o sistema urinário e causar sintomas do trato urinário inferior (STUI). Os STUI são manifestações clínicas que envolvem alterações na micção, como dificuldade para iniciar ou interromper o fluxo urinário, dor ou ardência ao urinar, aumento da frequência ou urgência urinária, incontinência ou retenção urinária, hematúria (sangue na urina) ou infecções urinárias recorrentes. Esses sintomas podem ocorrer devido à compressão, obstrução, inflamação ou invasão dos tumores nos órgãos do sistema urinário.</p>
<p>Os tumores na próstata podem causar STUI principalmente em homens idosos, pois a próstata é uma glândula que envolve a uretra e faz parte do sistema reprodutor masculino. O crescimento anormal das células da próstata pode levar à hiperplasia benigna da próstata (HBP) ou ao câncer de próstata, que podem comprimir a uretra e dificultar a passagem da urina. Além disso, os tumores na próstata podem invadir a bexiga ou os ureteres e causar sangramento ou infecção.</p>
<p>Os tumores no ureter podem causar STUI devido à obstrução do fluxo urinário entre o rim e a bexiga. O ureter é um tubo que transporta a urina do rim para a bexiga. Os tumores no ureter podem ser benignos ou malignos, sendo os mais comuns os carcinomas uroteliais, que se originam do revestimento interno do ureter. Esses tumores podem bloquear parcial ou totalmente o ureter e impedir a drenagem adequada da urina, causando dor, inchaço, infecção ou insuficiência renal.</p>
<p>Os tumores na bexiga podem causar STUI devido à inflamação ou invasão da parede da bexiga. A bexiga é um órgão que armazena a urina até que seja eliminada pela uretra. Os tumores na bexiga podem ser benignos ou malignos, sendo os mais comuns os carcinomas uroteliais, que se originam do revestimento interno da bexiga. Esses tumores podem irritar a bexiga e provocar aumento da frequência ou urgência urinária, dor ou ardência ao urinar ou hematúria. Além disso, os tumores na bexiga podem invadir a parede muscular da bexiga e se disseminar para outros órgãos, como a próstata, o ureter ou o rim.</p>
<p>Portanto, os tumores na próstata, ureter e bexiga podem causar STUI de diferentes formas, dependendo do tipo, localização e estágio dos tumores. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado desses tumores são essenciais para prevenir complicações graves e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>A bexiga neurogênica é uma condição que afeta o funcionamento da bexiga devido a uma lesão ou doença do sistema nervoso. O trauma raquimedular é uma das causas possíveis de bexiga neurogênica, pois pode danificar os nervos que controlam a micção. Os sintomas do trato urinário inferior que podem ocorrer em pessoas com bexiga neurogênica são: incontinência urinária, urgência miccional, frequência urinária aumentada, esvaziamento incompleto da bexiga, infecções urinárias e formação de pedras na bexiga. Esses sintomas podem afetar a qualidade de vida e a saúde renal dos pacientes, por isso é importante um acompanhamento médico adequado e um tratamento individualizado.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>A sensação de não urinar direito pode ser desconfortável e preocupante. Felizmente, com a avaliação adequada e o tratamento correto, muitos desses problemas podem ser gerenciados ou até mesmo resolvidos. Se você está enfrentando sintomas como os descritos aqui, é fundamental procurar um urologista para uma avaliação apropriada. Conhecer as possíveis causas é o primeiro passo para encontrar soluções e melhorar sua qualidade de vida.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<ol>
<li><strong>O que significa ter a sensação de não urinar direito? </strong>É um desconforto relacionado ao ato de urinar, que pode manifestar-se de diversas formas, como jato urinário fraco, necessidade frequente de ir ao banheiro ou sensação de bexiga cheia mesmo após urinar.</li>
<li><strong>Quais são os principais sintomas do trato urinário inferior (TUI)? </strong>Os sintomas do TUI incluem jato urinário fraco, necessidade de urinar várias vezes durante a noite, sensação de peso na bexiga, dor na região inferior do abdômen, entre outros.</li>
<li><strong>O que pode causar um jato urinário fraco em homens? </strong>Uma das causas mais comuns em homens é a hiperplasia prostática, onde a próstata cresce com o avanço da idade, podendo obstruir a saída da urina e provocar um jato fraco.</li>
<li><strong>Quais condições podem levar ao estreitamento da uretra? </strong>O estreitamento da uretra, ou estenose de uretra, pode ser causado por infecções, traumas, cirurgias anteriores ou condições inflamatórias. Este problema pode surgir tanto em homens quanto em mulheres.</li>
<li><strong>O que são corpos estranhos na bexiga e como eles afetam a micção? </strong>Corpos estranhos na bexiga podem ser pedras (cálculos vesicais), fragmentos de fios de cirurgias anteriores ou objetos introduzidos na bexiga pelo paciente. Eles podem causar desconforto, obstrução ou infecções, afetando o processo de urinar.</li>
<li><strong>As infecções urinárias podem causar sintomas do trato urinário inferior? </strong>Sim, infecções urinárias, especialmente comuns em mulheres, podem causar ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e dor na região da uretra, que são sintomas do TUI.</li>
<li><strong>Quando devo procurar um urologista? </strong>Se você está enfrentando sintomas como os descritos acima ou qualquer outro desconforto relacionado ao ato de urinar, é fundamental procurar um urologista para uma avaliação apropriada. Conhecer as possíveis causas e obter um diagnóstico preciso é o primeiro passo para um tratamento eficaz.</li>
</ol>
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<p><strong> </strong></p>
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		<title>Sensação de bexiga cheia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 05:00:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1059 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia-300x169.png" alt="" width="973" height="548" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Sensacao-de-bexiga-cheia.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 973px) 100vw, 973px" /></strong></h1>
<h1><strong>Vamos entender por que você pode ter a sensação de bexiga cheia</strong></h1>
<p>Todos nós já experimentamos a sensação desconfortável de bexiga cheia, seja por esperar muito tempo para usar o banheiro ou beber muita água de uma vez. No entanto, para algumas pessoas, essa sensação é uma ocorrência constante que pode afetar negativamente a qualidade de vida. Neste artigo, vamos explorar as várias razões que podem causar essa sensação.</p>
<h2><strong>Causas da sensação de bexiga cheia</strong></h2>
<p>A sensação de bexiga cheia pode ter diversas causas, mas algumas das mais comuns são as irritações da bexiga, a obstrução ao fluxo urinário e o uso de certos tipos de medicamentos. As irritações da bexiga podem ser provocadas por infecções, pedras, tumores ou outras condições que inflamam ou irritam a parede da bexiga, fazendo com que ela se contraia e envie sinais de urgência para urinar. A obstrução ao fluxo urinário pode ocorrer por diversos motivos, como aumento da próstata, estreitamento da uretra, cálculos renais ou compressão externa da bexiga por tumores ou órgãos vizinhos. A obstrução impede que a bexiga se esvazie completamente, deixando sempre um resíduo de urina que aumenta a pressão interna e reduz a capacidade da bexiga. Alguns medicamentos também podem causar sensação de bexiga cheia, como os anticolinérgicos, os antidepressivos, os antiespasmódicos e os diuréticos. Esses medicamentos podem afetar a contração ou o relaxamento da bexiga, alterar a sensibilidade dos receptores nervosos ou aumentar a produção de urina, respectivamente.</p>
<h3><strong>Causas específicas da sensação de bexiga cheia</strong></h3>
<h4><strong>Infecção urinária</strong></h4>
<p>Uma causa comum de irritação da bexiga é a infecção urinária, ou cistite. A presença de bactérias no interior da bexiga causa irritação, resultando na sensação de bexiga cheia.</p>
<h4><strong>Cirurgia prévia e pontos cirúrgicos que migram para o interior da bexiga</strong></h4>
<p>A sensação de bexiga cheia também pode ser causada por pontos cirúrgicos que migraram para o interior da bexiga após uma cirurgia, como uma cirurgia de retirada de útero, por exemplo.</p>
<h4><strong>Cálculos renais e na bexiga</strong></h4>
<p>A presença de cálculos renais que migraram para a bexiga, ou cálculos que se formaram dentro da bexiga, também podem resultar nessa sensação desconfortável.</p>
<h4><strong>Tratamentos oncológicos e radioterapia</strong></h4>
<p>Pacientes que foram submetidos a tratamentos oncológicos, como radioterapia para o câncer do colo do útero, também podem referir a sensação de bexiga cheia.</p>
<h4><strong>Síndrome da bexiga dolorosa ou cistite intersticial</strong></h4>
<p>Esta é uma condição crônica que causa inflamação constante da bexiga, sem a presença de infecção urinária subjacente e resulta na sensação de bexiga cheia.</p>
<h2><strong>Causas obstrutivas e dificuldade de esvaziamento</strong></h2>
<h3><strong>Estenose da uretra</strong></h3>
<p>A estenose, ou estreitamento da uretra, pode obstruir a saída da urina e causar a sensação de bexiga cheia.</p>
<h3><strong>Crescimento da próstata em homens (Hiperplasia Prostática Benigna)</strong></h3>
<p>Em homens, o aumento da próstata pode obstruir a saída da urina, resultando nessa sensação.</p>
<h2><strong>Condições neurológicas</strong></h2>
<p>A sensação de bexiga cheia é um sintoma comum de diversas condições neurológicas que afetam o sistema nervoso central ou periférico. O sistema nervoso é responsável por controlar a micção, enviando sinais entre o cérebro, a medula espinhal e os músculos da bexiga e do esfíncter. Quando esse sistema é danificado por um acidente vascular cerebral (AVC), uma doença de Parkinson ou uma doença de Alzheimer, pode ocorrer uma disfunção vesical neurogênica, que se caracteriza por alterações na capacidade, na sensibilidade e na contratilidade da bexiga. Essas alterações podem causar sintomas como urgência, incontinência, retenção urinária ou sensação de bexiga cheia, mesmo quando a bexiga não está realmente cheia. A sensação de bexiga cheia pode afetar a qualidade de vida dos pacientes, aumentando o risco de infecções urinárias, problemas renais e complicações psicossociais</p>
<h2><strong>Medicamentos que podem causar sensação de bexiga cheia</strong></h2>
<p>Algumas classes de medicamentos podem causar sensação de bexiga cheia, ou seja, dificuldade para esvaziar completamente a urina. Esses medicamentos incluem:</p>
<p>&#8211; Anticolinérgicos: são usados para tratar espasmos musculares, doença de Parkinson, asma e alergias. Eles bloqueiam os receptores de acetilcolina, um neurotransmissor que estimula a contração da bexiga. Exemplos: escopolamina, atropina, tiotrópio.</p>
<p>&#8211; Antidepressivos tricíclicos: são usados para tratar depressão, ansiedade e dor crônica. Eles inibem a recaptação de serotonina e noradrenalina, dois neurotransmissores que regulam o humor e a dor. Eles também têm efeito anticolinérgico, reduzindo a atividade da bexiga. Exemplos: amitriptilina, nortriptilina, imipramina.</p>
<p>&#8211; Anti-histamínicos: são usados para tratar alergias, resfriados e insônia. Eles bloqueiam os receptores de histamina, uma substância que causa inflamação e coceira. Eles também têm efeito anticolinérgico, diminuindo a sensibilidade da bexiga. Exemplos: difenidramina, hidroxizina, loratadina.</p>
<p>O mecanismo de ação desses medicamentos para causar sensação de bexiga cheia é o mesmo: eles interferem na comunicação entre o sistema nervoso e a bexiga, impedindo que ela se contraia adequadamente e se esvazie por completo. Pode acontecer dificuldades no relaxamento do esfíncter que segura o xixi que sai da bexiga. Essas situações pode levar a retenção urinária, infecções e problemas renais.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>A sensação de bexiga cheia é um problema que pode ser causado por várias condições e fatores. Se você está constantemente sentindo que sua bexiga está cheia, é importante consultar um médico para descobrir a causa subjacente e receber o tratamento adequado.</p>
<h2><b>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</b></h2>
<ol>
<li><strong>A sensação de bexiga cheia é sempre um sinal de problema?</strong> Não necessariamente. A sensação de bexiga cheia pode ser simplesmente o resultado de beber muita água ou esperar muito tempo para urinar. No entanto, se a sensação for constante e/ou acompanhada por outros sintomas, como dor ao urinar ou incontinência urinária, é importante procurar atendimento médico.</li>
<li><strong>Existem tratamentos para a sensação de bexiga cheia?</strong> Sim, o tratamento para a sensação de bexiga cheia dependerá da causa subjacente. Pode incluir antibióticos para tratar uma infecção urinária, medicamentos para relaxar a bexiga, ou até mesmo cirurgia em alguns casos.</li>
<li><strong>Que tipo de médico devo procurar se estiver sentindo a sensação de bexiga cheia constantemente?</strong> Você deve procurar um urologista, que é o especialista em problemas do sistema urinário.</li>
<li><strong>Como posso prevenir a sensação de bexiga cheia?</strong> Beber muita água, urinar regularmente e evitar segurar a urina por longos períodos de tempo pode ajudar a prevenir essa sensação. Além disso, é importante gerir qualquer condição médica subjacente que possa estar causando a sensação de bexiga cheia.</li>
<li><strong>Posso me automedicar se estiver sentindo a sensação de bexiga cheia?</strong> Não é aconselhável se automedicar sem primeiro consultar um médico. A automedicação pode mascarar os sintomas de uma condição subjacente séria ou resultar em efeitos colaterais indesejáveis.</li>
</ol>
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		<title>Biópsia de Próstata: O que Precisamos Saber Sobre as Possíveis Complicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jul 2023 02:47:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Biópsia de Próstata: O que Precisamos Saber Sobre as Possíveis Complicações Introdução A biópsia de próstata é um procedimento fundamental para diagnosticar o câncer de próstata. Neste procedimento, um pequeno fragmento da próstata é removido e examinado por um patologista para verificar a presença de células cancerígenas. Entretanto, assim como qualquer outro procedimento médico, a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1032 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac-300x169.png" alt="" width="937" height="528" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/07/BIOPSIA-DA-PROSTATA-possiveis-complicac.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 937px) 100vw, 937px" /></strong></h1>
<h1><strong>Biópsia de Próstata: O que Precisamos Saber Sobre as Possíveis Complicações</strong></h1>
<h2><strong>Introdução</strong></h2>
<p>A biópsia de próstata é um procedimento fundamental para diagnosticar o câncer de próstata. Neste procedimento, um pequeno fragmento da próstata é removido e examinado por um patologista para verificar a presença de células cancerígenas. Entretanto, assim como qualquer outro procedimento médico, a biópsia de próstata pode ter algumas complicações. Entenda melhor a seguir.</p>
<h2><strong>O Processo da Biópsia de Próstata</strong></h2>
<p>A biópsia de próstata é geralmente realizada inserindo-se um ultrassom na região anal até o reto da pessoa. O médico visualiza a próstata e dispara uma agulha afiada que retorna à sua posição original removendo um pequeno fragmento dessa próstata. Geralmente são realizados entre 21 a 28 disparos nessa região da próstata sempre com a mesma agulha.</p>
<h2><strong>Complicações Comuns</strong></h2>
<p>A complicação mais comum após a biópsia de próstata é a hematúria, que é a presença de sangue na urina. Isso ocorre porque a uretra passa pelo meio da próstata e a agulha usada na biópsia pode machucar a uretra, causando sangramento.</p>
<p>A hematúria pós-biópsia prostática geralmente é autolimitada e resolve-se espontaneamente em alguns dias, sem necessidade de intervenção médica. No entanto, em alguns casos, a hematúria pode ser persistente, intensa ou associada a outros sintomas, como dor, febre, infecção urinária ou obstrução do fluxo urinário por coáoguos. Nesses casos, é recomendado procurar atendimento médico para avaliar a necessidade de tratamento específico, que pode incluir antibióticos, anti-inflamatórios, analgésicos ou até mesmo procedimentos cirúrgicos para retirada de coágulos e revisão de possíveis locais de sangramento.</p>
<p>A hematospermia é a presença de sangue no sêmen, que pode ocorrer após uma biópsia prostática. Essa alteração é normal e não representa um risco para a saúde do paciente ou de sua parceira sexual. A hematospermia costuma desaparecer em até quatro semanas após o procedimento, mas pode variar de acordo com a frequência da ejaculação e da quantidade de sangue coletada na biópsia. Não há necessidade de tratamento específico para a hematospermia, apenas recomenda-se evitar relações sexuais nos primeiros dias após a biópsia e usar preservativo nas relações posteriores até que o sêmen volte à sua cor normal.</p>
<p>Outra complicação comum é o sangramento retal ou hematoquezia. Hematoquezia é o termo médico para a presença de sangue vermelho vivo nas fezes. A biópsia prostática pode causar lesões nos vasos sanguíneos da próstata ou do reto, resultando em hematoquezia. Geralmente, a hematoquezia é leve e autolimitada, ou seja, desaparece espontaneamente sem necessidade de tratamento específico. A duração da hematoquezia varia de acordo com cada caso, mas em média leva de 3 a 7 dias para cessar completamente.Isso acontece porque o aparelho usado na biópsia é inserido na região retal, que pode ficar um pouco machucada e sangrar.</p>
<h2><strong>Complicações Severas</strong></h2>
<p>Embora raras, podem ocorrer complicações mais severas como a retenção urinária e infecção urinária ou prostatite.</p>
<p>A retenção urinária pode ser causada por um inchaço e inflamação da próstata após a biópsia, impedindo a passagem da urina.</p>
<p>É uma condição em que a pessoa não consegue esvaziar completamente a bexiga, podendo causar dor e desconforto. A biópsia prostática pode provocar inchaço, inflamação ou sangramento na próstata, dificultando a passagem da urina pelo canal da uretra. Essa situação costuma ser temporária e se resolver em alguns dias, mas pode exigir tratamento médico em casos mais graves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento da retenção urinária após uma biópsia prostática depende da gravidade e da duração dos sintomas. Em alguns casos, basta beber bastante líquido, evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, fazer massagem na região abdominal e aplicar calor local para aliviar o desconforto e estimular a micção. Em outros casos, pode ser necessário o uso de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos ou alfa-bloqueadores, que relaxam os músculos da próstata e facilitam o fluxo urinário. Em situações mais críticas, pode ser preciso recorrer à sondagem vesical, que consiste na introdução de um tubo fino e flexível pela uretra até a bexiga, permitindo a drenagem da urina retida.</p>
<p>A retenção urinária após uma biópsia prostática é uma complicação que pode ser prevenida com algumas medidas simples tais como como evitar esforços físicos excessivos e repouso nos primeiro dias após o procedimento. Caso os sintomas persistam ou se agravem, é importante procurar atendimento médico.</p>
<p>A infecção urinária ou prostatite é uma inflamação causada por bactérias que atingem o trato urinário ou a próstata, respectivamente. Essas bactérias podem ser introduzidas durante a biópsia prostática, principalmente se não houver uma boa assepsia do local ou se o paciente tiver alguma condição que favoreça a infecção, como diabetes, imunidade baixa ou uso de cateter urinário.</p>
<p>Os sintomas da infecção urinária ou prostatite podem incluir dor ou ardor ao urinar, urgência ou dificuldade para esvaziar a bexiga, febre, calafrios, mal-estar, dor na região lombar ou pélvica, entre outros. Esses sintomas podem surgir logo após a biópsia ou até algumas semanas depois.</p>
<p>O tratamento da infecção urinária ou prostatite depende da gravidade do quadro e do tipo de bactéria envolvida. Geralmente, é feito com antibióticos por via oral ou intravenosa, por um período que pode variar de 7 a 21 dias. Também é importante manter uma boa hidratação, evitar bebidas alcoólicas ou irritantes para a bexiga e usar analgésicos ou anti-inflamatórios para aliviar os sintomas. A infecção urinária ou prostatite pode ocorrer quando bactérias presentes na região retal são transportadas para a próstata pela agulha da biópsia.</p>
<h2><strong>Prevenção e Manejo de Complicações</strong></h2>
<p>Como todo procedimento invasivo, a biópsia prostática pode trazer alguns riscos e complicações, como sangramento, infecção, dor, retenção urinária e disfunção erétil. Por isso, é importante tomar algumas medidas preventivas antes e depois do exame, como:</p>
<p>&#8211; Fazer uso de antibióticos prescritos pelo médico para evitar infecções bacterianas na próstata, na bexiga ou na corrente sanguínea. O uso dos antibióticos deve começar um ou dois dias antes da biópsia e continuar por alguns dias após o procedimento.</p>
<p>&#8211; Suspender o uso de medicamentos que possam interferir na coagulação do sangue, como aspirina, anti-inflamatórios, anticoagulantes e antiplaquetários. Esses medicamentos devem ser interrompidos cerca de uma semana antes da biópsia e só devem ser retomados com orientação médica.</p>
<p>&#8211; Beber bastante líquido após a biópsia para eliminar possíveis coágulos de sangue na urina e facilitar a cicatrização da próstata.</p>
<p>&#8211; Evitar atividades físicas intensas, relações sexuais vigorosas por pelo menos 1 semana após o procedimento</p>
<p>Seguindo essas recomendações, é possível prevenir as complicações decorrentes de uma biópsia prostática e garantir um resultado confiável e seguro do exame.</p>
<p>A anestesia com sedativos e controle da dor na presença de um médico anestesista é recomendada para aliviar a dor e a ansiedade durante o procedimento.</p>
<p>O manejo cuidadoso dessas complicações é crucial para evitar maiores problemas de saúde. Casos mais severos de complicações devem ser prontamente avaliados e tratados, e o acompanhamento pelo urologista é necessário para pacientes com complicações maiores.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Embora a biópsia de próstata seja um procedimento essencial para o diagnóstico do câncer de próstata, ela não está isenta de possíveis complicações. O conhecimento sobre estas possíveis complicações e como manejá-las pode ajudar a garantir que o paciente receba o melhor cuidado possível.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<ol>
<li><strong> Como é realizada a biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>A biópsia de próstata é realizada inserindo-se um ultrassom na região anal até o reto da pessoa. O médico visualiza a próstata e dispara uma agulha afiada que retorna à sua posição original removendo um pequeno fragmento dessa próstata. Geralmente são realizados entre 21 a 28 disparos nessa região da próstata sempre com a mesma agulha.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Quais são as complicações comuns após a biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>As complicações mais comuns após a biópsia de próstata são a hematúria (presença de sangue na urina), hematospermia (presença de sangue no sêmen) e hematoquezia (sangramento retal).</p>
<ol start="3">
<li><strong> Quais são as complicações mais severas após a biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>Embora raras, podem ocorrer complicações mais severas como a retenção urinária e infecção urinária ou prostatite.</p>
<ol start="4">
<li><strong> O que causa a retenção urinária após a biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>A retenção urinária pode ser causada por um inchaço e inflamação da próstata após a biópsia, impedindo a passagem da urina.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Como é o tratamento da infecção urinária ou prostatite após a biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>O tratamento da infecção urinária ou prostatite depende da gravidade do quadro e do tipo de bactéria envolvida. Geralmente, é feito com antibióticos por via oral ou intravenosa, por um período que pode variar de 7 a 21 dias.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Que medidas preventivas posso tomar antes e depois de uma biópsia de próstata?</strong></li>
</ol>
<p>É importante fazer uso de antibióticos prescritos pelo médico, suspender o uso de medicamentos que possam interferir na coagulação do sangue, beber bastante líquido após a biópsia, e evitar atividades físicas intensas e relações sexuais vigorosas por pelo menos 1 semana após o procedimento. Essas medidas podem ajudar a prevenir complicações após a biópsia.</p>
<p>Comentem e compartilhem!!!</p>
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		<title>Infecção Urinária no Idoso: nem sempre as queixas e os problemas aparecem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2023 18:29:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Infecção Urinária no Idoso: nem sempre as queixas e os problemas aparecem Conforme envelhecemos, nosso corpo passa por uma série de mudanças. Uma delas é um declínio nas funções do corpo, tornando-nos mais suscetíveis a infecções, incluindo as urinárias. Este artigo discutirá a prevalência de infecções urinárias em idosos, seus desafios e como podemos lidar&#8230;</p>
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<h1>Infecção Urinária no Idoso: nem sempre as queixas e os problemas aparecem</h1>
<p>Conforme envelhecemos, nosso corpo passa por uma série de mudanças. Uma delas é um declínio nas funções do corpo, tornando-nos mais suscetíveis a infecções, incluindo as urinárias. Este artigo discutirá a prevalência de infecções urinárias em idosos, seus desafios e como podemos lidar com isso efetivamente.</p>
<h2><strong>O aumento da idade e as infecções urinárias</strong></h2>
<p>Com o aumento da idade, aumentamos a incidência da infecção urinária em pacientes idosos. As doenças crônicas, que são mais comuns nesta faixa etária, como diabetes e certos tipos de câncer, também contribuem para esta situação. Da mesma forma, distúrbios do trato urinário inferior, como prolapsos vaginais em mulheres e aumento da próstata em homens, são mais comuns em pacientes idosos, tornando-os mais suscetíveis a infecções urinárias.</p>
<p>Estudos recentes mostram que 10% dos homens e 20% das mulheres acima dos 65 anos sofrem de infecções do trato urinário a cada ano. Estes números indicam a necessidade urgente de melhores práticas de prevenção e tratamento.</p>
<h2><strong>Como se manifesta a infecção urinária no idoso?</strong></h2>
<p>Uma infecção urinária é uma condição que afeta o trato urinário, causada por bactérias que invadem a uretra, a bexiga ou os rins. No paciente idoso, essa infecção pode ter um quadro clínico diferente do habitual, apresentando sintomas atípicos e menos específicos. Por exemplo, o idoso pode não sentir dor ou ardência ao urinar, mas sim confusão mental, alteração do comportamento, queda da pressão arterial ou desidratação. Esses sinais podem ser confundidos com outras doenças ou atribuídos ao envelhecimento, dificultando o diagnóstico e o tratamento adequados. Por isso, é importante que os profissionais de saúde e os familiares estejam atentos a qualquer mudança na urina ou no estado geral do idoso, e que realizem exames periódicos para prevenir e detectar precocemente as infecções urinárias nessa população.</p>
<h2><strong>O dilema da bacteriúria assintomática</strong></h2>
<p>A bacteriúria assintomática é a presença de bactérias na urina sem sintomas de infecção do trato urinário. É uma condição comum no paciente idoso, especialmente em mulheres, e pode estar relacionada a fatores como alterações hormonais, imunológicas e anatômicas. A bacteriúria assintomática não requer tratamento com antibióticos, pois não há evidências de que isso melhore a qualidade de vida ou previna complicações. Pelo contrário, o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a efeitos adversos, como resistência bacteriana, reações alérgicas e alteração da flora intestinal. Portanto, a recomendação é de que se faça apenas o acompanhamento clínico do paciente, com monitorização dos sinais e sintomas de infecção urinária, e que se reserve o tratamento antibiótico para os casos de bacteriúria sintomática ou com risco de progressão para pielonefrite (infecção nos rins) ou urosepsis (infecção urinária disseminada pelo corpo).</p>
<p>Muitos idosos têm uma condição conhecida como bacteriúria assintomática &#8211; presença de bactérias na urina sem sintomas de infecção urinária. Esta condição cria um dilema para os médicos: tratar ou não tratar o paciente. Aproximadamente 5% ou mais dos homens e 5 a 10% das mulheres acima dos 65 anos têm bacteriúria assintomática.</p>
<h2><strong>Diferenciando bacteriúria assintomática e infecção urinária</strong></h2>
<p>Uma bacteriúria assintomática é a presença de bactérias na urina sem causar sintomas de infecção urinária, como dor, ardor, febre ou urgência miccional. Uma infecção urinária propriamente dita é quando as bactérias causam uma inflamação no trato urinário, podendo afetar a bexiga, os rins ou a uretra. A diferença entre infecção e colonização é que na infecção há uma resposta do sistema imunológico contra as bactérias, enquanto na colonização as bactérias vivem em harmonia com o hospedeiro, sem causar danos. Para diferenciar uma bacteriúria assintomática de uma infecção urinária propriamente dita, é preciso avaliar os sintomas clínicos do paciente, o número de bactérias na urina e a presença de outros fatores de risco, como diabetes, gravidez ou uso de cateter.</p>
<h2><strong>Tratando infecções urinárias em idosos</strong></h2>
<p>O tratamento para a bacteriúria assintomática geralmente não é recomendado em pacientes em bom estado geral. Porém, em pacientes sintomáticos, o tratamento com antibióticos e uma hidratação adequada é recomendado.</p>
<p>No entanto, muitos idosos têm bactérias resistentes devido a várias internações hospitalares. Em muitos casos, os antibióticos orais não são suficientes para tratar adequadamente esses pacientes. Nesses casos, a hospitalização e a administração de antibióticos intravenosos podem ser necessárias.</p>
<h2><strong>Prevenção é a melhor defesa</strong></h2>
<p>A melhor maneira de lidar com as infecções urinárias é prevenir a ocorrência delas. A boa higiene pessoal, a ingestão adequada de líquidos e visitas regulares ao médico são essenciais.</p>
<p>Pesquisas recentes sugerem que a ingestão de cranberry pode ajudar a prevenir infecções urinárias, possivelmente devido à presença de proantocianidinas que impedem as bactérias de se ligarem às paredes do trato urinário.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>As infecções urinárias em idosos são um problema de saúde comum e desafiador. Ao melhorar nosso entendimento e estratégias de prevenção e tratamento, podemos ajudar a melhorar a qualidade de vida de nossos idosos. Lembrando, se você ou alguém que você conhece está enfrentando sintomas relacionados a infecções urinárias, procure atendimento médico imediatamente.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<p><strong>Pergunta 1: Por que os idosos são mais suscetíveis a infecções urinárias?</strong></p>
<p>Resposta: Com o envelhecimento, há um declínio natural nas funções do nosso corpo, tornando os idosos mais suscetíveis a infecções, incluindo as urinárias. Além disso, a prevalência de doenças crônicas e distúrbios do trato urinário inferior, que são mais comuns em idosos, contribui para uma maior suscetibilidade a essas infecções.</p>
<p><strong>Pergunta 2: O que é bacteriúria assintomática e como ela afeta os idosos?</strong></p>
<p>Resposta: Bacteriúria assintomática é a presença de bactérias na urina sem a manifestação de sintomas de infecção urinária. É uma condição comum em idosos, especialmente em mulheres, e está relacionada a fatores como alterações hormonais, imunológicas e anatômicas. Cerca de 5 a 10% das mulheres e 5% dos homens acima dos 65 anos possuem bacteriúria assintomática.</p>
<p><strong>Pergunta 3: Como diferenciamos bacteriúria assintomática de uma infecção urinária propriamente dita?</strong></p>
<p>Resposta: Para diferenciar bacteriúria assintomática de uma infecção urinária, é necessário avaliar os sintomas clínicos do paciente, o número de bactérias na urina e a presença de outros fatores de risco, como diabetes, gravidez ou uso de cateter.</p>
<p><strong>Pergunta 4: Como é feito o tratamento de infecções urinárias em idosos?</strong></p>
<p>Resposta: Para bacteriúria assintomática, geralmente não se recomenda tratamento em pacientes em bom estado geral. Contudo, em pacientes sintomáticos, o tratamento com antibióticos e uma hidratação adequada é recomendado. Em casos de bactérias resistentes, a hospitalização e a administração de antibióticos intravenosos podem ser necessárias.</p>
<p><strong>Pergunta 5: Quais são algumas formas eficazes de prevenir infecções urinárias em idosos?</strong></p>
<p>Resposta: A prevenção das infecções urinárias em idosos passa por uma boa higiene pessoal, ingestão adequada de líquidos e visitas regulares ao médico. Pesquisas recentes também sugerem que a ingestão de cranberry pode ajudar a prevenir infecções urinárias.</p>
<p><strong>Pergunta 6: O que fazer se um idoso apresentar sintomas de infecção urinária?</strong></p>
<p>Resposta: Se um idoso apresentar sintomas relacionados a infecções urinárias, é crucial procurar atendimento médico imediatamente. Esses sintomas podem ser menos específicos em idosos e incluir alterações comportamentais, confusão mental e alterações na urina, entre outros.</p>
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		<title>Infecção urinária recorrente: Doutor, eu não aguento mais isso!!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 19:23:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Infecção urinária recorrente: Doutor, eu não aguento mais isso!!! As infecções do trato urinário, especialmente as cistites bacterianas, são problemas comuns e bastante recorrentes. Afetam principalmente as mulheres e trazem considerável desconforto, além de comprometerem a qualidade de vida. Elas afetam principalmente as mulheres, devido à anatomia do trato urinário feminino, que facilita a entrada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-978 aligncenter" src="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao-300x169.png" alt="" width="941" height="530" srcset="https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao-300x169.png 300w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao-1024x576.png 1024w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao-768x432.png 768w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao-600x338.png 600w, https://drlucasgomes.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cistites-de-repeticao.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 941px) 100vw, 941px" /></strong></h1>
<h1><strong>Infecção urinária recorrente: Doutor, eu não aguento mais isso!!!</strong></h1>
<p>As infecções do trato urinário, especialmente as cistites bacterianas, são problemas comuns e bastante recorrentes. Afetam principalmente as mulheres e trazem considerável desconforto, além de comprometerem a qualidade de vida.</p>
<p>Elas afetam principalmente as mulheres, devido à anatomia do trato urinário feminino, que facilita a entrada de bactérias na bexiga. As idades mais comuns de acontecer cistites de repetição em mulheres são entre 20 e 30 anos, quando há maior atividade sexual, e após a menopausa, quando há redução dos níveis de estrogênio e alterações na flora vaginal. Esses fatores aumentam o risco de infecção por bactérias como a Escherichia coli, que é responsável por cerca de 85% dos casos de cistite.</p>
<h2><strong>A Definição de Cistite Recorrente</strong></h2>
<p>A cistite de repetição, ou cistite recorrente, é definida como a ocorrência de pelo menos dois episódios de infecções urinárias dentro de um período de seis meses ou três episódios de infecção urinária num período de um ano. Trata-se de uma condição bastante comum, representando um alto volume de consultas em nossa clínica.</p>
<h2><strong>Fatores Influenciadores das Cistites Bacterianas Recorrentes</strong></h2>
<p>Há uma série de fatores que contribuem para a ocorrência dessas cistites recorrentes. Eles podem estar relacionados tanto ao próprio paciente quanto à bactéria causadora da infecção.</p>
<h3><strong>Fatores do Paciente</strong></h3>
<p>Alguns fatores de risco relacionados à paciente que podem favorecer o desenvolvimento das cistites de repetição são:</p>
<p>&#8211; Diabetes mellitus, que altera a imunidade e a glicose na urina.</p>
<p>&#8211; Vida sexual ativa, que pode levar à introdução de bactérias na uretra durante o ato sexual.</p>
<p>&#8211; Uso de espermicidas, que podem alterar a flora vaginal e facilitar a colonização por bactérias patogênicas.</p>
<p>&#8211; Fatores genéticos e história familiar de cistite, que podem indicar uma maior suscetibilidade à infecção.</p>
<p>&#8211; Novo parceiro sexual, que pode introduzir novas cepas de bactérias na vagina.</p>
<p>&#8211; Presença de sonda vesical, que pode causar trauma e contaminação da bexiga.</p>
<p>&#8211; Incontinência urinária, que pode favorecer o acúmulo de urina na vagina alterando a flora microbiana local.</p>
<p>Certos indivíduos possuem predisposição genética a ter infecções urinárias de repetição. Isso ocorre porque algumas bactérias encontram maior facilidade em se aderir ao epitélio do sistema urinário dessas pessoas. Ademais, pacientes que estão realizando tratamentos com quimioterápicos e uso de corticoides também apresentam maior risco de contrair infecções do trato urinário inferior.</p>
<h3><strong>Fatores Relacionados à Bactéria</strong></h3>
<p>Há diversas bactérias capazes de causar cistite, e algumas possuem cepas com maior virulência, ou seja, são mais agressivas e conseguem escapar das defesas do paciente. Essas bactérias têm uma capacidade de fixação maior na uretra, podendo alcançar a bexiga com mais facilidade. Logo, o tipo de bactéria também influencia a incidência das cistites recorrentes.</p>
<h2><strong>Manejo e Prevenção</strong></h2>
<p>A boa notícia é que é possível adotar medidas preventivas e de manejo para reduzir a incidência de cistites bacterianas recorrentes.</p>
<h3><strong>Manejo Comportamental</strong></h3>
<p>A prevenção pode começar com uma mudança de hábitos, como aumentar a ingestão de líquidos. O fluxo unidirecional de urina ajuda a deslocar as bactérias aderidas à uretra. Além disso, é importante realizar uma higiene adequada após as relações sexuais, uma vez que a atividade sexual pode facilitar a entrada de bactérias na uretra.</p>
<p>A cistite de repetição pode ser prevenida com algumas medidas comportamentais, tais como:</p>
<p>&#8211; Beber bastante água para aumentar a produção de urina e eliminar as bactérias da bexiga.</p>
<p>&#8211; Urinar sempre que sentir vontade e esvaziar completamente a bexiga.</p>
<p>&#8211; Urinar logo após as relações sexuais para eliminar as bactérias que possam ter entrado na uretra durante o ato.</p>
<p>&#8211; Evitar o uso de espermicidas, diafragmas e tampões vaginais, que podem alterar a flora vaginal e facilitar a colonização por bactérias.</p>
<p>&#8211; Higienizar a região íntima com água e sabonete neutro, sem exageros, e sempre da frente para trás, para evitar o contato da uretra com as fezes.</p>
<p>&#8211; Usar roupas íntimas de algodão e evitar calças muito justas, que favorecem a umidade e o calor na região genital.</p>
<p>&#8211; Consumir alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas, que podem acidificar a urina e dificultar o crescimento das bactérias.</p>
<p>Higiene do parceiro também é essencial, a fim de diminuir a incidência de cistites. Corrigir a presença de resíduo pós-miccional de urina também é fundamental, ou seja, é recomendado que a paciente urine duas vezes ou até mais após o ato sexual.</p>
<h3><strong>Tratamentos Adjuvantes</strong></h3>
<p>Além das mudanças de comportamento, há opções de tratamento que podem ajudar na prevenção de infecções. O Cranberry, por exemplo, é uma substância com propriedades antimicrobianas que pode ser encontrada em forma de suco ou tabletes. O uso de pomadas com estrogênio e ingestão de lactobacilos e são outras alternativas para aumentar a imunidade e diminuir o pH da urina.</p>
<p>Algumas terapias incluem o uso de ácido hialurônico e o sulfato de condroitina intravesical, que são aplicados diretamente no interior da bexiga através de uma sonda.</p>
<h3><strong>Terapia com Antimicrobianos</strong></h3>
<p>Os antibióticos podem ser administrados após as relações sexuais, antes delas ou de maneira contínua num período de três a seis meses. Pacientes bem instruídas podem identificar o início dos sintomas das infecções urinárias e iniciar o uso de antibióticos por um período curto de dois a três dias, sem a necessidade de uma consulta médica. Nessa situação, é importante a coleta do exame de urina antes de iniciar esse antibiótico para que o resultado possa ser avaliado pelo médico, mas principalmente para verificar se o medicamento receitado foi apropriado para o caso.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>As infecções urinárias de repetição são uma condição comum, mas que deve ser levada a sério e discutida com o seu médico. Juntos, vocês podem avaliar a melhor estratégia de tratamento para cada episódio, sempre visando a sua saúde e bem-estar.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<ol>
<li><strong> O que é cistite bacteriana recorrente?</strong> R: A cistite bacteriana recorrente é definida como a ocorrência de pelo menos dois episódios de infecções urinárias dentro de um período de seis meses ou três episódios num período de um ano.</li>
<li><strong> Quem é mais afetado por cistites recorrentes?</strong> R: As cistites bacterianas recorrentes afetam principalmente mulheres devido à anatomia do trato urinário feminino, que facilita a entrada de bactérias na bexiga. As idades mais comuns para acontecerem cistites de repetição em mulheres são entre 20 e 30 anos e após a menopausa.</li>
<li><strong> Quais são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de cistites recorrentes?</strong> R: Alguns fatores de risco incluem diabetes mellitus, vida sexual ativa, uso de espermicidas, fatores genéticos e história familiar de cistite, novo parceiro sexual, presença de sonda vesical e incontinência urinária.</li>
<li><strong> Que tipo de bactéria geralmente causa cistite?</strong> R: Várias bactérias podem causar cistite, mas a Escherichia coli é responsável por cerca de 85% dos casos.</li>
<li><strong> Quais medidas preventivas podem ser adotadas para evitar cistites recorrentes?</strong> R: Alguns dos comportamentos que podem ajudar a prevenir a cistite recorrente incluem beber bastante água, urinar sempre que sentir vontade, evitar o uso de espermicidas e diafragmas, higienizar a região íntima de forma adequada e usar roupas íntimas de algodão. Além disso, consumir alimentos ricos em vitamina C pode ajudar.</li>
<li><strong> Existe algum tratamento adjuvante para evitar cistites recorrentes?</strong> R: Sim, além de mudanças comportamentais, existem tratamentos adjuvantes que podem ajudar na prevenção de infecções. Alguns exemplos incluem Cranberry, pomadas com estrogênio, ingestão de lactobacilos, ácido hialurônico e sulfato de condroitina intravesical. Além disso, terapias com antimicrobianos podem ser aplicadas sob orientação médica.</li>
</ol>
<p>Comentem e compartilhem!!!</p>
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		<title>Infecção urinária sem sintomas (Bacteriúria assintomática):Nem sempre é preciso usar antibióticos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 00:02:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bacteriúria Assintomática: Entenda porque nem sempre o tratamento com antibióticos é necessário A infecção do trato urinário é uma ocorrência comum na prática clínica, mas o que muitos pacientes e até mesmo profissionais de saúde desconhecem é que a presença de bactérias na urina &#8211; um quadro conhecido como bacteriúria &#8211; nem sempre indica a&#8230;</p>
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<h1><strong>Bacteriúria Assintomática: Entenda porque nem sempre o tratamento com antibióticos é necessário</strong></h1>
<p>A infecção do trato urinário é uma ocorrência comum na prática clínica, mas o que muitos pacientes e até mesmo profissionais de saúde desconhecem é que a presença de bactérias na urina &#8211; um quadro conhecido como bacteriúria &#8211; nem sempre indica a necessidade de tratamento com antibióticos.</p>
<h2><strong>O que é Bacteriúria Assintomática?</strong></h2>
<p>A Bacteriúria Assintomática é a presença de bactérias na urina sem que o paciente apresente sintomas de uma infecção do trato urinário, como a urgência para urinar, ardência durante a micção, dor abdominal ou dor lombar. É comum em mulheres saudáveis e em idosos, sendo a Escherichia coli a bactéria mais frequentemente encontrada.</p>
<h2><strong>Como é feito o diagnóstico da Bacteriúria Assintomática?</strong></h2>
<p>O diagnóstico da bacteriúria assintomática é realizado através do exame de urina. Nas mulheres, é necessário que haja duas amostras com 100 mil unidades formadoras de colônia em dois exames separados de urina. Nos homens, é necessário apenas um exame com 100 mil unidades formadoras de colônia. No caso da coleta de urina ter sido realizada com cateter, é necessário que haja mais de 100 unidades formadoras de colônia para caracterizar a bacteriúria assintomática.</p>
<h2><strong>Por que não se deve usar antibióticos de maneira indiscriminada em todos os casos de infecções urinárias?</strong></h2>
<p>O uso indiscriminado de antibióticos deve ser evitado em alguns casos de infecções urinárias porque pode causar resistência bacteriana, efeitos colaterais e recorrência da infecção. Os antibióticos são medicamentos que ajudam a eliminar as bactérias causadoras da infecção, mas devem ser usados somente quando prescritos por um médico, na dose e no tempo adequados.</p>
<p>As infecções urinárias podem se desenvolver em qualquer parte das vias urinárias, como na bexiga, uretra e rins, e são mais comuns em mulheres. Os sintomas mais frequentes são dor ou desconforto para urinar, vontade de urinar frequentemente e urina com mau cheiro ou cor alterada. Em alguns casos, pode haver febre, calafrios e dor nas costas.</p>
<p>Existem vários tipos de antibióticos para infecção urinária, como a fosfomicina, a nitrofurantoína, o sulfametoxazol + trimetoprima ou a ceftriaxona, por exemplo. A escolha do antibiótico depende do tipo de bactéria envolvida, da gravidade da infecção e das condições do paciente. O tempo de tratamento também varia de acordo com cada caso, podendo ser de dose única ou de 7 a 10 dias.</p>
<p>O uso indiscriminado de antibióticos pode levar ao surgimento de bactérias resistentes, que não são eliminadas pelo medicamento e podem causar infecções mais graves e de difícil tratamento. Além disso, os antibióticos podem provocar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, diarreia, alergias e alterações na flora intestinal e vaginal. Essas alterações podem favorecer o crescimento de fungos como a Candida albicans, que pode causar candidíase.</p>
<p>Outro problema do uso indiscriminado de antibióticos é a recorrência da infecção urinária, que ocorre quando a infecção não é completamente curada ou quando há uma nova infecção por outra bactéria. A recorrência pode aumentar o risco de complicações como pielonefrite (infecção nos rins) ou urosepsis (infecção generalizada).</p>
<p>Portanto, o uso indiscriminado de antibióticos deve ser evitado em alguns casos de infecções urinárias, pois pode trazer mais prejuízos do que benefícios para a saúde. O ideal é consultar um médico para fazer o diagnóstico correto da infecção e receber a orientação adequada sobre o tratamento mais indicado para cada caso.</p>
<h2><strong>Antibióticos na Bacteriúria Assintomática: Quando Tratar?</strong></h2>
<p>Na maioria dos casos, o tratamento da bacteriúria assintomática com antibióticos não é indicado, pois pode levar ao surgimento de resistência bacteriana. Contudo, existem situações em que o tratamento se faz necessário.</p>
<h3><strong>Mulheres em Idade Pré-menopausa</strong></h3>
<p>Nas mulheres em idade pré-menopausa, mesmo que no exame de urina se encontre a presença de bactérias e a paciente não relate sintomas de infecção urinária, o tratamento com antibióticos não é indicado. Isso porque estudos demonstram que esta medida, além de aumentar a resistência bacteriana, não previne a ocorrência de episódios futuros de cistites e pielonefrites, que são, respectivamente, a infecção na bexiga e no rim.</p>
<h3><strong>Pacientes Gestantes</strong></h3>
<p>Nas gestantes, o cenário é diferente. Para estas pacientes, recomenda-se um exame de urina no início da gestação e, caso haja bacteriúria assintomática, o tratamento é indicado. Isso ocorre porque a simples presença de uma bactéria no exame de urina aumenta em 20 a 30 vezes a possibilidade de uma infecção nos rins ao longo da gestação, e sabemos que uma infecção renal em pacientes gestantes pode acarretar complicações sérias.</p>
<h3><strong>Diabéticos</strong></h3>
<p>Pacientes diabéticos, tanto homens quanto mulheres, também não se beneficiam do tratamento para bacteriúria assintomática. Isso porque os possíveis efeitos colaterais da administração de antibióticos superam os benefícios de tratar uma infecção assintomática.</p>
<h3><strong>Idosos</strong></h3>
<p>Idosos, principalmente homens com aumento do volume da próstata, podem apresentar bacteriúria assintomática em cerca de 30 a 40% dos casos após os 60 anos. No entanto, o tratamento com antibióticos também não é necessário nesses casos.</p>
<h3><strong>Pacientes com Traumatismo na Coluna ou Uso de Cateter</strong></h3>
<p>Pacientes que sofreram um traumatismo na coluna ou que fazem uso de cateteres também não se beneficiam do tratamento para bacteriúria assintomática, a menos que estejam febris ou sintam algum incômodo.</p>
<h3><strong>Pacientes Pré-Procedimentos Urológicos</strong></h3>
<p>Uma exceção importante é o paciente que será submetido a um procedimento urológico. Nesses casos, é prudente realizar o exame de cultura da urina. Se o exame for positivo, mesmo que o paciente não tenha sintomas, o tratamento dessa infecção é indicado. Isso ocorre porque o procedimento pode causar um traumatismo na mucosa do trato genital e esse traumatismo pode predispor o paciente a quadros de infecções urinárias mais severas, como sepse.</p>
<h3><strong>Pacientes com imunidade baixa</strong></h3>
<p>O uso de antibióticos em infecções urinárias assintomáticas em pacientes imunossuprimidos não dever ser feito por vários motivos. Primeiro, porque a bacteriúria assintomática não é considerada uma infecção verdadeira, mas sim uma colonização da bexiga por bactérias que não causam danos ao organismo. Segundo, porque o uso indiscriminado de antibióticos pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana, dificultando o tratamento de infecções futuras.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Resumindo, os pacientes que se beneficiam do tratamento com antibióticos mesmo estando assintomáticos de queixas urinárias são as gestantes, aqueles pacientes que apresentaram bacteriúria após 48 horas de uso de uma sonda e antes de procedimentos urológicos. Nos demais casos, o tratamento para bacteriúria assintomática não está indicado. Essa abordagem é uma forma importante de prevenir a resistência bacteriana e de assegurar que antibióticos sejam usados somente quando absolutamente necessários.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<p><strong>Pergunta 1:</strong> O que é Bacteriúria Assintomática?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> A Bacteriúria Assintomática é a presença de bactérias na urina sem que o paciente apresente sintomas de uma infecção do trato urinário, como a urgência para urinar, ardência durante a micção, dor abdominal ou dor lombar.</p>
<p><strong>Pergunta 2:</strong> Como é feito o diagnóstico da Bacteriúria Assintomática?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> O diagnóstico da bacteriúria assintomática é realizado através do exame de urina. Nos homens e mulheres, é necessário um exame com uma certa quantidade de unidades formadoras de colônia. A quantidade necessária varia de acordo com o gênero e o método de coleta da urina.</p>
<p><strong>Pergunta 3:</strong> Por que não se deve usar antibióticos de maneira indiscriminada em todos os casos de infecções urinárias?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> O uso indiscriminado de antibióticos deve ser evitado pois pode causar resistência bacteriana, efeitos colaterais e recorrência da infecção. Os antibióticos são medicamentos que ajudam a eliminar as bactérias causadoras da infecção, mas devem ser usados somente quando prescritos por um médico, na dose e no tempo adequados.</p>
<p><strong>Pergunta 4:</strong> Quando se deve tratar a Bacteriúria Assintomática com antibióticos?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Em alguns casos, o tratamento da bacteriúria assintomática com antibióticos se faz necessário. Alguns desses casos incluem gestantes, pacientes que apresentaram bacteriúria após 48 horas de uso de uma sonda e antes de procedimentos urológicos.</p>
<p><strong>Pergunta 5:</strong> Por que gestantes com Bacteriúria Assintomática devem ser tratadas?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Para gestantes, a presença de uma bactéria no exame de urina aumenta em 20 a 30 vezes a possibilidade de uma infecção nos rins ao longo da gestação, o que pode acarretar complicações sérias. Por isso, o tratamento é indicado.</p>
<p><strong>Pergunta 6:</strong> E em relação aos pacientes idosos, diabéticos e aqueles que sofreram um traumatismo na coluna ou que fazem uso de cateteres?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Nestes casos, o tratamento para bacteriúria assintomática geralmente não é indicado, a menos que o paciente esteja febril ou sinta algum incômodo. Isto se deve ao fato de que os possíveis efeitos colaterais da administração de antibióticos superam os benefícios de tratar uma infecção assintomática.</p>
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		<title>Antibiótico para infecção urinária: Os aspectos que são considerados no tratamento.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 01:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cistite]]></category>
		<category><![CDATA[pielonefrite]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Infecções urinárias não complicadas, como a cistite bacteriana e a pielonefrite aguda, são comuns, especialmente entre as mulheres jovens, e normalmente podem ser tratadas com antibióticos orais. No entanto, vários fatores devem ser considerados ao prescrever antibióticos, incluindo a tolerância do paciente, os níveis séricos do medicamento, a posologia, a prevalência da bactéria causadora&#8230;</p>
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<h2><strong>Introdução</strong></h2>
<p>Infecções urinárias não complicadas, como a cistite bacteriana e a pielonefrite aguda, são comuns, especialmente entre as mulheres jovens, e normalmente podem ser tratadas com antibióticos orais. No entanto, vários fatores devem ser considerados ao prescrever antibióticos, incluindo a tolerância do paciente, os níveis séricos do medicamento, a posologia, a prevalência da bactéria causadora da infecção e a sensibilidade a antibióticos.</p>
<h2><strong>Antibióticos: O que Considerar</strong></h2>
<h3><strong>Tolerância e Efeitos Secundários</strong></h3>
<p>Um antibiótico deve ser bem tolerado pelo paciente. Caso contrário, efeitos secundários, especialmente gastrointestinais, podem fazer com que o paciente não consiga seguir o tratamento adequadamente. É crucial para o sucesso do tratamento que o paciente possa tomar a medicação conforme prescrito.</p>
<h3><strong>Níveis Séricos e Concentração na Urina</strong></h3>
<p>É importante que o antibiótico administrado alcance bons níveis séricos e uma concentração adequada na urina. Isso é vital para que o medicamento seja eficaz no combate à bactéria causadora da infecção.</p>
<h3><strong>Posologia</strong></h3>
<p>A posologia, que se refere a quantas vezes o medicamento deve ser tomado por dia e por quanto tempo, também é uma consideração crucial. O tratamento pode ser prejudicado se o paciente se esquecer de tomar o medicamento conforme prescrito.</p>
<h3><strong>Prevalência Bacteriana e Sensibilidade aos Antibióticos</strong></h3>
<p>Outro fator crucial é a prevalência da bactéria causadora da infecção e a sensibilidade dos antibióticos para tratamento dessas infecções. Isso porque o antibiótico considerado de primeira linha para o tratamento da cistite bacteriana em um país pode não ser eficaz em outro, devido à variação da resistência bacteriana. Portanto, o profissional de saúde deve estar ciente do perfil de resistência antibiótica na sua região.</p>
<h2><strong>Tratamento de Cistite Bacteriana </strong></h2>
<p>A cistite bacteriana simples é uma infecção do trato urinário inferior causada por bactérias que afeta principalmente mulheres jovens e sexualmente ativas. O uso de antibióticos é o tratamento mais comum e eficaz para essa condição, mas existem alguns aspectos que precisam ser considerados ao escolher o medicamento adequado. Alguns desses aspectos são:</p>
<p>&#8211; A resistência bacteriana aos antibióticos: esse é um problema crescente que reduz a eficácia dos antibióticos e aumenta o risco de complicações e recorrências. Por isso, é importante usar os antibióticos de acordo com a prescrição médica e não interromper o tratamento antes do tempo indicado.</p>
<p>&#8211; Os efeitos colaterais dos antibióticos: alguns antibióticos podem causar reações adversas como náuseas, vômitos, diarreia, alergias, candidíase vaginal, entre outras. Esses efeitos podem variar de acordo com o tipo e a dose do antibiótico, bem como com as características individuais da paciente. Por isso, é importante informar ao médico sobre qualquer alergia ou condição pré-existente que possa interferir no uso do antibiótico.</p>
<p>&#8211; A interação dos antibióticos com outros medicamentos ou substâncias: alguns antibióticos podem interagir com outros medicamentos ou substâncias e alterar sua eficácia ou causar efeitos indesejados. Por exemplo, alguns antibióticos podem reduzir a eficácia dos anticoncepcionais orais ou aumentar o risco de sangramento se usados com anticoagulantes. Além disso, alguns antibióticos podem ser inativados pelo álcool ou pelos alimentos. Por isso, é importante seguir as orientações do médico e do farmacêutico sobre como e quando tomar o antibiótico.</p>
<p>Esses são alguns dos aspectos relacionados ao uso de antibióticos que precisam ser vistos ao se tratar uma cistite bacteriana simples. O objetivo é garantir um tratamento eficaz e seguro para a paciente e evitar complicações ou recorrências da infecção.</p>
<h2><strong>Tratamento da Pielonefrite Aguda</strong></h2>
<p>A pielonefrite aguda é uma infecção bacteriana do trato urinário superior que afeta os rins e os ureteres. O tratamento com antibióticos é essencial para evitar complicações graves, como sepse, abscesso renal ou insuficiência renal. No entanto, há alguns aspectos relacionados ao uso de antibióticos que precisam ser vistos ao se tratar uma pielonefrite aguda, tais como:</p>
<p>&#8211; A escolha do antibiótico adequado, baseada na suspeita clínica, nos fatores de risco, na gravidade da infecção e na resistência bacteriana local. Em geral, recomenda-se o uso de fluoroquinolonas (levofloxacino, ciprofloxacino), cefalosporinas de terceira geração (ceftriaxone) ou aminoglicosídeos, mas a terapia empírica pode ser ajustada de acordo com os resultados da cultura e da antibiograma da urina.</p>
<p>&#8211; A via de administração do antibiótico, que depende da condição clínica do paciente, da disponibilidade e da tolerância ao medicamento. Em casos leves a moderados, pode-se optar pela via oral, desde que o paciente consiga ingerir e absorver o antibiótico. Em casos graves ou com náuseas e vômitos, a via intravenosa é preferível.</p>
<p>&#8211; A duração do tratamento com antibióticos, que varia conforme a resposta clínica e laboratorial do paciente. Em geral, recomenda-se um curso de 10 a 14 dias para as mulheres e de 14 a 21 dias para os homens. No entanto, alguns estudos sugerem que uma duração mais curta (5 a 7 dias) pode ser tão eficaz quanto uma mais longa, desde que haja melhora dos sintomas e da febre nas primeiras 48 horas.</p>
<p>&#8211; O monitoramento da eficácia e da segurança do tratamento com antibióticos, que envolve a avaliação dos sinais e sintomas do paciente, dos exames de urina e de sangue e da função renal. Além disso, é importante observar possíveis efeitos adversos dos antibióticos, como alergias, toxicidade renal ou auditiva, diarreia ou candidíase.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>O tratamento eficaz das infecções urinárias não complicadas requer uma abordagem cuidadosa e individualizada para a prescrição de antibióticos. Uma consideração cuidadosa da tolerância do paciente, da posologia e da prevalência bacteriana local pode ajudar a garantir o sucesso do tratamento. Além disso, a conscientização sobre a resistência antimicrobiana é crucial para orientar a escolha do tratamento apropriado.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e Respostas Frequentes)</strong></h2>
<p><strong>Pergunta 1: O que é uma infecção urinária não complicada e como ela é normalmente tratada?</strong></p>
<p>Resposta: Infecções urinárias não complicadas, como a cistite bacteriana e a pielonefrite aguda, são comuns, especialmente entre as mulheres jovens. Normalmente, essas infecções podem ser tratadas com antibióticos orais.</p>
<p><strong>Pergunta 2: Quais fatores devem ser considerados ao prescrever antibióticos para tratar infecções urinárias?</strong></p>
<p>Resposta: Vários fatores devem ser considerados ao prescrever antibióticos, incluindo a tolerância do paciente, os níveis séricos do medicamento, a posologia, a prevalência da bactéria causadora da infecção e a sensibilidade a antibióticos.</p>
<p><strong>Pergunta 3: Qual é a importância da posologia no tratamento de infecções urinárias com antibióticos?</strong></p>
<p>Resposta: A posologia, que se refere a quantas vezes o medicamento deve ser tomado por dia e por quanto tempo, é uma consideração crucial. O tratamento pode ser prejudicado se o paciente se esquecer de tomar o medicamento conforme prescrito.</p>
<p><strong>Pergunta 4: Como a prevalência bacteriana e a sensibilidade aos antibióticos afetam o tratamento das infecções urinárias?</strong></p>
<p>Resposta: A prevalência da bactéria causadora da infecção e a sensibilidade dos antibióticos para tratamento dessas infecções são fatores cruciais. Isso se dá porque o antibiótico considerado de primeira linha para o tratamento da cistite bacteriana em um país pode não ser eficaz em outro, devido à variação da resistência bacteriana.</p>
<p><strong>Pergunta 5: Quais são os principais desafios no uso de antibióticos para tratar a cistite bacteriana?</strong></p>
<p>Resposta: Alguns dos principais desafios são a resistência bacteriana aos antibióticos, os efeitos colaterais dos medicamentos, e a interação dos antibióticos com outros medicamentos ou substâncias, que podem afetar a eficácia do tratamento.</p>
<p><strong>Pergunta 6: Como é o tratamento de pielonefrite aguda com antibióticos?</strong></p>
<p>Resposta: O tratamento envolve a escolha do antibiótico adequado, a definição da via de administração do medicamento, a determinação da duração do tratamento, e o monitoramento da eficácia e segurança do tratamento. Todos esses aspectos devem ser individualizados, baseados na condição clínica do paciente, na resistência bacteriana local, na resposta clínica e laboratorial do paciente, e nos possíveis efeitos adversos dos antibióticos.</p>
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