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	<title>Arquivo de dor nas relações sexuais - Dr. Lucas Felipe Gomes - Urologista</title>
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		<title>Dor nas relações sexuais e secura vaginal: entenda a Síndrome Genito Urinária da Menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Lucas Felipe Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 01:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dor nas relações sexuais e secura vaginal: entenda a Síndrome Gênito Urinária da Menopausa Introdução A Síndrome Gênito Urinária da Menopausa (SGUM), também conhecida como vulvovaginite atrófica ou atrofia genital, é uma condição médica que frequentemente acomete mulheres na menopausa. Até 59% das mulheres nesta fase da vida podem experimentar os sintomas desse transtorno, que&#8230;</p>
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<h1><strong>Dor nas relações sexuais e secura vaginal: entenda a Síndrome Gênito Urinária da Menopausa</strong></h1>
<h2><strong>Introdução</strong></h2>
<p>A Síndrome Gênito Urinária da Menopausa (SGUM), também conhecida como vulvovaginite atrófica ou atrofia genital, é uma condição médica que frequentemente acomete mulheres na menopausa. Até 59% das mulheres nesta fase da vida podem experimentar os sintomas desse transtorno, que se caracteriza principalmente pela deficiência de um hormônio crucial para o bem-estar feminino: o estrogênio.</p>
<h2><strong>Sintomas e Diagnóstico da SGUM</strong></h2>
<p>Mulheres afetadas pela SGUM geralmente apresentam sintomas como coceira, prurido na região vaginal e secura vaginal. Esta última pode tornar o ato sexual bastante desconfortável e, muitas vezes, doloroso. Outros sintomas incluem aumento da frequência urinária, ardência ao urinar e incidência aumentada de infecções urinárias.</p>
<p>Para o diagnóstico da SGUM, além de um exame físico minucioso da genitália, é necessário levar em conta os sintomas apresentados pela paciente. O exame físico pode revelar afinamento da mucosa vaginal, diminuição da gordura na região vaginal, estreitamento do canal vaginal e diminuição da expressão dos pequenos lábios da vagina. Diagnósticos diferenciais podem incluir vulvovaginites e alguns tipos de tumores ginecológicos.</p>
<p>A fim de confirmar o diagnóstico de SGUM, o médico pode realizar um exame físico da região genital e urinária, observando as alterações anatômicas e funcionais causadas pelo hipoestrogenismo (falta de estrogênio – hormônio feminino). Além disso, pode-se solicitar exames complementares, como o teste do pH vaginal, que geralmente é maior que 5 na SGUM, o esfregaço de Papanicolau, que pode mostrar células escamosas atróficas na citologia vaginal, e a cultura de urina, que pode detectar a presença de bactérias causadoras de infecção.</p>
<h2><strong>Tratamento da SGUM</strong></h2>
<p>O tratamento para a SGUM pode ser feito através de medidas não hormonais e hormonais. As medidas não hormonais incluem a administração de lubrificantes à base de água e hidratantes para a região vaginal, que podem melhorar a qualidade das relações sexuais. Fisioterapias pélvicas também são recomendadas.</p>
<p>A reposição hormonal, uma medida fundamental para o tratamento da SGUM, geralmente é feita com estrogênio tópico, aplicado por meio de tablets inseridos na vagina ou de cremes vaginais. Esta terapia rapidamente restabelece a lubrificação e o pH na vagina, tornando-a a terapia mais eficaz para condições moderadas a graves. É recomendável a menor dose efetiva pelo menor período de tempo.</p>
<p>Outras opções incluem o uso de moduladores seletivos de receptores de estrogênio,</p>
<p>conhecidos como SERMs, são um exemplo. Eles são compostos que têm a capacidade de se ligar aos receptores de estrogênio, agindo de maneira seletiva em certos tecidos. Isso significa que podem funcionar como agonistas de estrogênio em alguns tecidos (como o osso e o endométrio) e como antagonistas em outros (como a mama). Estes medicamentos, portanto, podem trazer benefícios semelhantes aos da terapia de reposição hormonal, mas com um perfil de segurança potencialmente mais favorável em relação ao risco de câncer de mama.</p>
<p>O tratamento com       laser age promovendo a remodelação e o estímulo de crescimento dos tecidos vaginais através do aumento da produção de colágeno em diferentes profundidades. Isso melhora a hidratação, a elasticidade e a sensibilidade da mucosa vaginal, além de proteger o meato uretral da exposição e da infecção .</p>
<p>O procedimento é simples, feito em consultório, com anestésicos locais e dura cerca de 15 minutos. Geralmente são necessárias três sessões de tratamento, com intervalos de quatro a seis semanas entre elas. Os efeitos benéficos podem durar até um ano, mas podem variar de acordo com cada paciente.</p>
<p>O tratamento com laser é considerado seguro e eficaz, mas pode apresentar alguns riscos, como queimaduras vaginais, cicatrizes, dor durante ou após a relação sexual e dor crônica. Por isso, é importante consultar um médico especializado antes de optar por essa terapia e seguir as orientações de cuidados pós-procedimento.</p>
<p>Além disso, algumas mulheres podem se beneficiar do uso de androgênios, como a testosterona. Estes hormônios podem melhorar a libido, que frequentemente é diminuída na menopausa. No entanto, a terapia com androgênios ainda é um tópico controverso, com estudos em andamento para determinar sua eficácia e segurança a longo prazo.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Por fim, vale ressaltar a importância do autocuidado e da comunicação aberta com os profissionais de saúde. As mulheres devem ser incentivadas a falar sobre seus sintomas e buscar a melhor solução para sua situação individual, levando em conta suas preferências, seus objetivos de saúde e seu histórico médico. Com a abordagem adequada, a maioria das mulheres pode conseguir uma melhora significativa de seus sintomas e uma melhor qualidade de vida durante a menopausa.</p>
<h2><strong>FAQ (Perguntas e respostas Frequentes)</strong></h2>
<p><strong>Pergunta 1: O que é a Síndrome Gênito Urinária da Menopausa (SGUM)?</strong></p>
<p>Resposta: A Síndrome Gênito Urinária da Menopausa (SGUM), também conhecida como vulvovaginite atrófica ou atrofia genital, é uma condição médica que frequentemente acomete mulheres na menopausa. Ela se caracteriza pela deficiência do hormônio estrogênio, causando diversos sintomas na região genitourinária.</p>
<p><strong>Pergunta 2: Quais são os sintomas da SGUM?</strong></p>
<p>Resposta: Mulheres afetadas pela SGUM geralmente apresentam sintomas como coceira, prurido na região vaginal, secura vaginal, desconforto ou dor durante o ato sexual. Também pode haver aumento da frequência urinária, ardência ao urinar e incidência aumentada de infecções urinárias.</p>
<p><strong>Pergunta 3: Como é feito o diagnóstico da SGUM?</strong></p>
<p>Resposta: O diagnóstico é feito através de um exame físico minucioso da genitália e consideração dos sintomas relatados pela paciente. Além disso, podem ser solicitados exames complementares, como o teste do pH vaginal, esfregaço de Papanicolau e a cultura de urina.</p>
<p><strong>Pergunta 4: Quais são as opções de tratamento para a SGUM?</strong></p>
<p>Resposta: O tratamento pode envolver medidas não hormonais, como lubrificantes à base de água e hidratantes para a região vaginal, além de fisioterapias pélvicas. Também pode ser feita a reposição hormonal com estrogênio tópico, ou o uso de moduladores seletivos de receptores de estrogênio (SERMs). Outras opções incluem tratamento com laser e o uso de androgênios, como a testosterona.</p>
<p><strong>Pergunta 5: Como funciona o tratamento com laser para a SGUM?</strong></p>
<p>Resposta: O tratamento com laser promove a remodelação e o estímulo do crescimento dos tecidos vaginais. O procedimento é feito em consultório, com anestésicos locais e dura cerca de 15 minutos. Geralmente são necessárias três sessões de tratamento, com intervalos de quatro a seis semanas entre elas.</p>
<p><strong>Pergunta 6: Quais são os possíveis efeitos colaterais do tratamento com laser?</strong></p>
<p>Resposta: O tratamento com laser é considerado seguro e eficaz, mas pode apresentar alguns riscos, como queimaduras vaginais, cicatrizes, dor durante ou após a relação sexual e dor crônica. Por isso, é importante consultar um médico especializado antes de optar por essa terapia.</p>
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